Antigamente um profissional competente era aquele que exercia bem o seu trabalho, ou seja: um bom executor de suas tarefas. Porém esse conceito foi mudando e hoje além de realizar corretamente as suas atribuições, é necessário participar ativamente no ambiente corporativo, tomando decisões e assumindo responsabilidades com base no trabalho em equipe.
Grandes líderes enxergam cada membro de seu time como um ser humano completo - corpo, coração, mente e espírito – e trabalham para liberar todo o seu potencial criativo. As pessoas por sua vez, oferecem, voluntariamente, seus maiores esforços e energia quando são vistas e consideradas como indivíduos. Quando são tratadas como coisas, elas deixam de se comprometer e de trazer o seu melhor potencial à tona. E, comprometimento é fundamental para o êxito de qualquer organização.
Localizado a 460 quilômetros da capital mineira, o município de Poços de Caldas será a primeira localidade de América Latina a ser declarada Cidade de Comércio Justo (Fair Trade Town). O lançamento da campanha está marcado para esta quarta-feira, 12 de setembro, às 19h.
Essa certificação internacional é concedida a locais que praticam conceitos como a valorização dos produtores locais a partir da comercialização de seus produtos por um preço adequado. Também são indispensáveis a igualdade de gêneros, o respeito aos direitos humanos e a proteção ambiental.
Há um ano o Sebrae em Minas Gerais compõe o Grupo de Coordenação do Comércio Justo (GCJ) ao lado de alguns parceiros. Em agosto, a instituição realizou um workshop, com participação significativa da população da cidade, estimada atualmente em 150 mil habitantes.
Aprenda cinco lições com a Olimpíada para conquistar medalha de ouro no trabalho
Postado por Anônimo às 11:58![]() |
| [Imagem: REUTERS/Nacho Doce] |
Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.
A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.
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| [Imagem: Stock Photo] |
Nos próximos anos, a petroquímica Braskem vai precisar de mais 2 500 profissionais para tocar seus projetos de expansão dentro e fora do Brasil. Isso representa um aumento de 33% no quadro de 7 5000 colaboradores atuais. A tarefa de atrair os melhores não está sendo fácil já há alguns anos - para a Braskem e para o mercado como um todo. A atual oferta de profissionais é menor que as necessidades das empresas, e por isso elas investem cada vez mais na valorização do profissional como forma de atração de talentos.
“A opção de carreira estará mais vinculada aos valores que as organizações têm. Nosso compromisso é desenvolver gente e também fazer parte do processo de criação de profissionais no Brasil”, disse Marcelo Arantes de Carvalho, vice-presidente de pessoas & organização da Braskem, durante o encontro do comitê de gestão de pessoas da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) em São Paulo (SP), realizado ontem, 29 de fevereiro. Além da Braskem, os executivos de RH da Suzano Papel e Celulose e a HP estiveram presentes ao evento e falaram sobre suas estratégias de atração e retenção.
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Especialistas em gestão de pessoas afirmam, porém, que essa diversidade é positiva quando uns aproveitam as qualidades dos outros para melhorar a sua forma de trabalhar. Afinal, os mais velhos têm experiência para oferecer, e os mais novos, a rapidez de se adaptar às mudanças constantes exigidas pelo mundo globalizado.
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19 de agosto, das 9 às 11 horas
Empreendedorismo nas
Micro e Pequenas Empresas
Evento gratuito, transmitido via internet, e com vagas presenciais
Fundação Nacional da Qualidade
A FNQ convida a todos para participarem do próximo webcast que apresentará Empreendedorismo nas MPEs. O evento contará com a participação de Enio Pinto Gerente Nacional de Atendimento do sistema SEBRAE, coordenador Nacional do curso Empretec e do Projeto Desafio SEBRAE.
Na palestra, que também será transmitida ao vivo pelo Portal FNQ, Enio abordará as duas causas básicas para a mortalidade empresarial, a falta de planejamento e a concorrência mercadológica. Exemplificando como a aplicação do Modelo de Excelência em Gestão pode reverter o quadro e o amadorismo na gestão da Micro e Pequenas Empresas.
Para assistir presencialmente na FNQ inscreva-se no link abaixo
abaixo
http://www.fnq.org.br/site/cursoId=254/586/default.aspx
Para assistir pelo Portal FNQ, clique aqui.
Veja abaixo os requisitos para assistir a palestra via webcast:
(Alguns usuários não possuem permissões para assistir a vídeos em suas empresas. Pedimos que contatem as áreas de TI para verificar permissão)
Sistema Operacional:Windows Explorer 2000; XP; Vista;Linux ou OS
Browsers: IE7 ou superior; Firefox ou Chrome
Plugins: Microsoft SilverLight v.2 ou superior
Hardware: PC (Windows) - X86 or x64 1-gigahertz (GHz) ou superior, com 512-megabytes
Teste de Requisitos da Videoteca:
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ATENÇÃO: Algumas redes de internet possuem restrições de banda, impedindo assim a visualização do vídeo. Caso tenha dificuldade em assistir, acesse o ícone Banda no player do vídeo (veja abaixo) e diminua a velocidade. É possível também acompanhar a palestra apenas com o áudio.
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26/02 - 07:00 - Gustavo Poloni, iG São Paulo
Com a mão direita erguida na altura da cabeça, o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, comprometeu-se a falar a verdade durante sabatina no Congresso norte-americano. Em pauta, a crise enfrentada pela maior montadora do mundo, acusada de esconder dados sobre defeitos em seus carros, enganar autoridades para evitar prejuízos e que anunciou no início do ano o recall de 8,5 milhões de veículos. Ao final de horas de esclarecimentos e muitos pedidos de desculpas, uma pergunta permanecia sem resposta: até que ponto a maior crise dos quase 70 anos de história da Toyota pode afetar a sua marca? “Empresas que enfrentaram problemas parecidos morreram”, disse ao iG Renata Lima, diretora associada da Troiano Consultoria de Marca. “É o caso da Enron”.
Ainda é cedo para dizer se a Toyota seguirá o caminho da companhia de energia, eleita seis vezes a mais inovadora dos Estados Unidos e que fechou as portas em 2001 por causa de fraudes contábeis. Uma coisa é certa: o episódio vai deixar cicatrizes na montadora japonesa. Nos Estados Unidos, as vendas caíram 16% em janeiro em relação ao mês anterior. As histórias de carros que aceleram sozinhos ou que demoram frações de segundos para frear também chegaram ao mercado financeiro. Na quinta-feira, dia 25, o valor de mercado da Toyota era de US$ 115 bilhões – queda de 30% em relação a janeiro de 2008. “Por causa da forte concorrência, a Toyota abriu mão da qualidade e da segurança e dilapidou sua marca”, afirmou José Roberto Martins, da consultoria de marcas GlobalBrands.
A reação do mercado tem uma explicação: a forma atrapalhada como a Toyota conduziu a crise. As primeiras notícias de problemas com aceleradores dos veículos da montadora japonesa surgiram em 2004. Durante investigação do departamento de transporte norte-americano, a Toyota alegou que os problemas não tinham fundamento e o caso foi encerrado. Cinco anos depois, a fabricante respondia por 33% das reclamações sobre aceleradores de carros nos Estados Unidos. Recentemente, descobriu-se que a empresa fez de tudo para limitar um recall e, assim, evitou prejuízo de US$ 100 milhões. “Num primeiro momento, a Toyota omitiu o problema e depois tentou empurrá-lo com a barriga”, disse Martins. “Quando algo assim acontece é preciso dar a cara para bater”.
Corrigir, custe o que custar
Não existe receita para lidar com uma crise como a enfrentada pela Toyota, mas algumas medidas ajudam a empresa a recuperar o prestígio da sua marca. Em primeiro lugar, é preciso identificar e reconhecer rapidamente a existência de um problema. Mais importante, a empresa tem de se esforçar para corrigi-lo custe o que custar. Alguns anos atrás, alguns pneus defeituosos da Firestone foram apontados como a causa por trás de acidentes envolvendo jipes Explorer, da Ford. Ao todo, 13 milhões de unidades de pneus foram trocados ao custo de US$ 750 milhões. “Só depois disso é que a empresa vai se preocupar com o reposicionamento da marca, treinamento de equipe e veiculação de anúncios para anunciar as mudanças”, afirmou Martins.
A crise da Toyota pegou de surpresa muitos analistas do setor. Criada em 1937 por Kiichiro Toyoda, a montadora começou a ganhar destaque mundial na década de 1980 com a produção de carros pequenos e econômicos. Durante muitos anos, a montadora figurou nos rankings de qualidade e seu modelo de produção era considerado tão perfeito que outras empresas faziam de tudo para copiá-lo. Seus carros sempre foram sinônimos de qualidade e segurança. A recompensa para o trabalho veio em 2006, quando a Toyota superou a General Motors e tornou-se a maior montadora do mundo. Hoje, acredita-se que a empresa cresceu rápido demais. Em meados de 2009, quando assumiu o cargo, o presidente da montadora reconheceu que a montadora acabou se distanciado do seu foco principal: o cliente.
O resultado dessa guinada é catastrófico. O problema no acelerador já causou a morte de cinco pessoas e deixou outras 17 feridas nos Estados Unidos. Nos últimos dias, relatos de momentos de desespero por causa de carros que aceleraram sozinhos até 160 km/h ganharam os meios de comunicação. Durante um evento, o cofundador da Apple, Steve Wozniak, dono de um Prius, contou que sentiu o problema na pele. “Foi assustador”, disse. O acelerador não é o único problema detectado no modelo. O carro, que ficou popular por ser ambientalmente correto, tem também um defeito no software do freio. “A notícia das agruras da Toyota é uma quebra de paradigma”, disse Renata. “Quando você mexe com valores e pilares da marca ela fica mais vulnerável”. Só o tempo vai dizer se a montadora vai se recuperar dos problemas e sair da crise.
Procurada, a Toyota não respondeu a pedidos de entrevista.
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/26/a+toyota+dilapidou+sua+marca+diz+consultor+9409417.html
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