Localizado a 460 quilômetros da capital mineira, o município de Poços de Caldas será a primeira localidade de América Latina a ser declarada Cidade de Comércio Justo (Fair Trade Town). O lançamento da campanha está marcado para esta quarta-feira, 12 de setembro, às 19h.
Essa certificação internacional é concedida a locais que praticam conceitos como a valorização dos produtores locais a partir da comercialização de seus produtos por um preço adequado. Também são indispensáveis a igualdade de gêneros, o respeito aos direitos humanos e a proteção ambiental.
Há um ano o Sebrae em Minas Gerais compõe o Grupo de Coordenação do Comércio Justo (GCJ) ao lado de alguns parceiros. Em agosto, a instituição realizou um workshop, com participação significativa da população da cidade, estimada atualmente em 150 mil habitantes.
Aprenda com os acertos e erros do seu chefe a gerenciar sua futura empresa
Postado por Anônimo às 09:31Até que você, sem perceber nesse seu chefe, gerente ou dono da empresa, seu potencial gerente, demite seu patrão, faz as próprias contas e decide seguir carreira solo. O dinheiro é pouco, mas dá para encarar a nova etapa e você marca a data para abrir a empresa. A liberdade, como define uma amiga e leitora de Barueri, está no horizonte.
Sem patrão, sem chefia, sem ninguém para mandar no seu relógio, o empreendedor (ou empreendedora) se sente pronto para se despedir dos ex-colegas de trabalho, negociar a demissão para raspar tudo o que pode dos seus direitos trabalhistas, acertar o contrato de aluguel da nova empresa e fazer valer seu CNPJ, novinho em folha.
Guru de governos da Europa Oriental em tempos de crise e de uma série de empresas multinacionais, o britânico Derek Abell é reitor e fundador da ESMT, escola de negócios sediada em Berlim, capital da Alemanha. Na instituição, Derek criou um laboratório de investigações da prática da liderança para compreender como executivos podem desenvolver uma gestão que não destrua as empresas no longo prazo.
Derek cita um colega de Harvard ao avaliar o cenário atual de muitas companhias. "São supergerenciadas e pouco lideradas", diz. Formado em engenharia aeronáutica pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, fez pós-graduação nos Estados Unidos: tem mestrado pelo Sloan School of Management do MIT e doutorado pela Harvard Business School, durante o qual passou 13 anos estudando estratégias de marketing e negócios.
Marcadores: empregabilidade, Gerência, Gesatão Empresarial, liderança
Marcadores: administração, Gesatão Empresarial
"Os gestores podem estar vivendo um distanciamento significativo da realidade de seus times, muito pela pressão por resultados ou pela demanda dos níveis mais altos da organização. Isso cria uma pressão por exposição, que os afastam muitas vezes do dia a dia dos times", afirma Paulo Pontes, presidente da Michael Page Brasil.
Marcadores: comunicação, Gesatão Empresarial, liderança
“A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é uma habilidade básica que pode ser importantíssima para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada”, diz o consultor de RH Arnaldo Nascimento.
É possível usar a iluminação para aumentar as vendas?
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:32
Quando o objetivo é ser fiel às cores dos produtos, é preciso usar uma lâmpada com índice de 50 ou mais para não alterar os tons
Uma simples alteração no projeto de iluminação mudou, no ano passado, a cara da loja de móveis Lafer do shopping Lar Center, em São Paulo.
Antes, alguns produtos ficavam no escuro e não chamavam a atenção de quem transitava pelo shopping, enquanto outros sofriam com o excesso de luminosidade - e ainda por cima com o emprego da lâmpada errada.
"A luz utilizada alterava a cor do tecido dos estofados e os vendedores tinham que ir até o corredor do shopping para mostrar o tom real para o cliente", diz Cristina Ferraz Salles, arquiteta da Lafer.
Com um projeto de R$ 2.300, esses extremos foram eliminados. Além de deixar o ambiente mais agradável, houve a preocupação em adotar lâmpadas com menor consumo de eletricidade e maior durabilidade.
"Nossa loja fica aberta 12 horas por dia. Precisávamos pensar em como otimizar o consumo das lâmpadas", afirma Cristina.
Ela conta que trocava cerca de sete lâmpadas por mês antes da mudança. Hoje, sete meses depois de concluída a reforma, substituiu apenas três lâmpadas.
Os custos diminuíram e as vendas aumentaram. Segundo Cristina, o crescimento das vendas foi de 20% no ano passado.
"Difícil dizer qual é a parcela de contribuição da iluminação, mas tenho certeza de que um ambiente mais agradável visualmente faz com que o cliente permaneça mais tempo na loja e compre mais", diz.
O projeto luminotécnico também foi feito em outras lojas da Lafer, como a de rua, localizada na Teodoro Sampaio, e a do Shopping D&D, um centro de compras para a classe média alta em São Paulo.
Nas duas unidades, públicos distintos. Na loja de rua, uma clientela com menor pode aquisitivo — mas não quer dizer que o projeto de iluminação custe menos (no caso da Teodoro Sampaio, foram R$ 4.200).
Ao determinar a iluminação da loja, as diferenças de consumidores devem ser levadas em conta. "A luz pode fazer uma loja parecer sofisticada demais e afugentar o público-alvo, caso a clientela seja mais popular", afirma o arquiteto Rafael Leão, especializado em projetos luminotécnicos.
Para tornar um ambiente popular mais atraente, uma luz mais clara, forte e uniforme é mais efetiva, pois transmite a impressão de agilidade.
No caso de locais sofisticados, o uso da sombra é muito importante e o ideal é produzir contraste entre os objetos iluminados (mais importantes) e os ofuscados.
Antes de solicitar um projeto de iluminação, é fundamental saber quem é seu cliente e ter em mente o que deve chamar mais atenção na loja.
"Com a luz ideal, podemos direcionar o olhar do consumidor no ponto de venda", diz Leão. Peças mais iluminadas atraem primeiro a atenção do cliente.
Mas, em todos os casos, é preciso criar uma sensação de aconchego. "O conforto visual é a partida para qualquer solução de iluminação", dizem Cláudia Borges Shimabukuro e Letícia Mariotto, sócias do escritório Lit Arquitetura de Iluminação, responsável pelos projetos da Lafer.
Para acertar o ponto
- Hierarquia:
Produtos iluminados são mais visíveis e entendidos como os mais valiosos— enquan to os pontos menos importantes não devem ser destacados
- Sofisticação:
A sombra é muito importante para definir a atmosfera do local. Quanto maior o contraste entre os objetos iluminados e os não iluminados, maior será a impressão de sofisticação do local. Esse tipo de iluminação é indicado para bares, lojas e restaurantes chiques
- Simplificação:
Os ambientes populares podem ser mais estimulantes, uniformes e ter mais luminosidade. A temperatura de cor mais elevada (luzes claras) ajuda a transmitir a impressão de agilidade
- Performance:
A uniformidade da iluminação é interessante em locais onde é preciso ter produtividade. É o caso de caixas, provadores de lojas, cozinhas de restaurantes, academias de ginástica e escritórios.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios - Adriana Monteiro Fonseca
Marcadores: ergonomia, Gesatão Empresarial, iluminamento, merchandising, ponto de venda