Serão realizadas quatro palestras magnas com profissionais de renome: Marcio Valério Gazin, no dia 21; o apresentador Serginho Groisman, no dia 22; Ricardo Amorim, no dia 23; e Walter Longo, no dia 24.
Para se inscrever, basta acessar o site do Sebrae http://www.sebraepr.com.br/. O evento é gratuito e ocorrerá das 14h00 às 22h00, na Expo Unimed, no bairro Campo Comprido.
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Empreendedorismo. Esse é o tema que norteia o livro "Entre Pipas, Brigadeiros e Internet", no qual o empresário paraibano Beto Chaves, de 35 anos, relata suas experiências pessoais. A obra está disponível em formato de e-book para download no site do autor (www.betochaves10.com.br) e completou nesta semana 25 mil downloads.
O empresário é CEO da BC10, empresa do segmento de comunicação digital e desde 2011 começou a dar palestras em diversas cidades do país. No livro, o autor compartilha com seus leitores vitórias e derrotas no universo do empreendedorismo e dá lições sobre suas iniciativas bem-sucedidas.
Confira o que o empresário fala sobre o seu livro:
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Essa percepção é uma das principais lições do Marshmallow Challenge, ou Desafio do Marshmallow, em português, que foi realizado na semana passada numa aula da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas).
Trata-se de uma atividade simples aplicada no mundo todo para profissionais de diversas áreas e até para crianças: construir uma torre de espaguete com um marshmallow na ponta em 18 minutos. O erro principal é só testar a construção no final, deixando para colocar o marshmallow depois de erquida a torre de espaguete. Universitários e jovens executivos fazem isso e geralmente perdem, na comparação com crianças do jardim da infância, que tendem a fazer e experimentar na hora.
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Aprenda com os acertos e erros do seu chefe a gerenciar sua futura empresa
Postado por Anônimo às 09:31Até que você, sem perceber nesse seu chefe, gerente ou dono da empresa, seu potencial gerente, demite seu patrão, faz as próprias contas e decide seguir carreira solo. O dinheiro é pouco, mas dá para encarar a nova etapa e você marca a data para abrir a empresa. A liberdade, como define uma amiga e leitora de Barueri, está no horizonte.
Sem patrão, sem chefia, sem ninguém para mandar no seu relógio, o empreendedor (ou empreendedora) se sente pronto para se despedir dos ex-colegas de trabalho, negociar a demissão para raspar tudo o que pode dos seus direitos trabalhistas, acertar o contrato de aluguel da nova empresa e fazer valer seu CNPJ, novinho em folha.
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Esse caminho não é nada fácil, alerta o empreendedor Ilya Pozin, fundador da Ciplex, agência digital norte-americana voltada a startups e pequenas empresas. Em um artigo publicado no site da revista Inc, ele indica os sete passos para dar a largada gastando o mínimo possível e minimizar os riscos dessa estratégia.
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Sebrae PR e Banco do Brasil unem forças para operacionalizar Programa Crescer no Paraná
Postado por Anônimo às 17:26A parceria foi firmada durante reunião do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, na sede da entidade na Capital. O documento foi assinado pelo superintendente estadual do Banco do Brasil, Paulo Roberto Meinerz, e pelo presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, Jefferson Nogaroli.
O Programa Crescer concede crédito a juros de 8% ao ano e Taxa de Abertura de Crédito (TAC) de 1% sobre o valor financiado. Podem utilizar a linha, empreendedores individuais, formais e informais, e microempresas com faturamento anual de até R$ 120 mil.
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Juliana Lohmann, do Sebrae no Rio de Janeiro, destacou ações em seu estado para incentivar o cadastro de profissionais por meio do Empreendedor Individual (EI). Em colaboração com órgãos de governo e outras instituições, o Sebrae no estado tem como destaque iniciativas junto a costureiras das escolas de samba, empresas da cadeia dos grandes acontecimentos esportivos (Copa e Olimpíadas) e até com os artistas do funk carioca.
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Por conta de tanta dificuldade, dividir experiências com quem é do ramo pode ser muito valioso. Uma pesquisa da Endeavor/UNCTAD feita este ano indicou que 65% dos empreendedores inovadores se inspiraram em um caso de sucesso durante suas trajetórias.
Pensando nisso, a Endeavor Brasil, ONG que promove o empreendedorismo, realizou o Day 1, um evento para inspirar e incentivar novos empresários a sonharem grande. O encontro, que aconteceu na noite de terça-feira (16/08), em São Paulo, reuniu cinco grandes empreendedores: Alexandre Costa, da Cacau Show; Eduardo Ourivio e Mário Chady, do Spoleto; Marcelo Alecrim, da Ale Combustíveis; e Sônia Hess, da Dudalina.
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Empresária que vendia água na porta da faculdade construiu império com 160 clínicas
Você já ouviu falar em Carla Sarni? Talvez não, mas as chances de conhecer a rede de clínicas odontológicas que ela fundou são maiores. A Sorridents, maior rede da América Latina, está presente em mais de 125 localidades do país. Em breve, este número aumentará para 160, já que muitas franquias vendidas estão em fase de implantação. Mas aos 37 anos ela quer mais. Está de olho no mercado de Portugal e Angola. O objetivo é um só: ser a maior do mundo no ramo.
Outras mulheres que criaram impérios:
- Para ficar linda, ela ficou rica
- Vontade de aparecer e fantasia de mulher-gato
“Sempre tive o dom para os negócios. Quando eu tinha uns 12 anos ganhei da minha mãe alguns carretéis com linha. Coloquei dentro de uma bacia e fui para a frente do mercado central da minha cidade. Levei duas cadeiras e ficava chamando as pessoas com a frase ‘entra, entra freguesia, chucha dinheiro na bacia’. Vendi tudo e comprei uma bicicleta cor de rosa”, conta a empresária com um bom-humor muito característico.
Roupas, bombons e garrafas de água
Ela vem de uma cidade pequena do interior de São Paulo, Pitangueiras. O pai era motorista de ônibus circular e a mãe vendia queijos e requeijão e, quando conseguiu juntar um dinheiro, comprou uma pequena loja onde começou a vender roupas. Carla cursava magistério pela manhã. Ela frisa que a única razão para estudar para ser professora era porque o curso era gratuito. Durante a tarde ajudava a mãe e no período noturno freqüentava as aulas do ensino médio, antigo colegial. Quando seu primo perguntou se ela não queria ir com ele para Minas Gerais prestar vestibular de odontologia, a vida da empresária tomou um novo rumo.
“Eu fui porque a inscrição não era cara e porque ele disse que ia ter muitas festas. Não achei que poderia ser aprovada”, confessa. Depois da boa notícia, veio o balde de água fria. A mãe, comerciante que contava o dinheiro no fim do mês e lutava para pagar as contas com o lucro da loja e o salário do marido, disse que não tinha condições de sustentá-la em outra cidade e ainda mais comprar os materiais didáticos tão caros que o curso exigia. Ela não desistiu e pediu permissão para tentar se manter sozinha. A experiência seria de apenas seis meses. Se não desse certo, Carla voltaria para sua cidade para terminar o magistério.
Foi então que ela começou a retirar roupas da loja da mãe e vender nas repúblicas de Alfenas, cidade mineira onde cursou faculdade. O período integral de estudos não desanimava a aluna. Depois das aulas ela visitava as casas de estudantes e vendia seus produtos. Quando as roupas acabavam, ela fazia bombons. Na época de vestibular, ia para a porta da faculdade vender garrafas de água. E desta forma ela se manteve no curso e ainda mandava o dinheiro que sobrava para ajudar os pais. “Fui apelidada de sacoleira, mas foi assim que eu me formei”, lembra.
Consultório em cima da padaria
Depois de se formar, Carla resolveu vir para São Paulo. Morava de favor na casa de um tio e começou a procurar emprego. Não foi aprovada num processo seletivo de um consultório que ficava em cima de uma padaria, na Vila Císper, zona leste da capital. Mesmo com a negativa, a empresária esperou todos os candidatos irem embora e reforçou ao dentista que, caso o profissional escolhido desistisse da vaga, ela precisava muito daquele emprego. Dias depois, ele a contratou.
“Depois de três meses, formava fila na porta por pessoas que queriam ser atendidas por mim”, afirma. Ainda na época que estava na faculdade sua avó e uma tia começaram a pagar um carnê de prestações para uma cadeira de dentista para Carla. Quando a cadeira saiu, ela informou o dono da clínica que iria embora. Foi quando ele lhe propôs que ela comprasse o consultório. Ela pagou 12 mil reais em 10 parcelas. E começou a expandir alugando as salas ao lado.
Enquanto trabalhava, pagava um consórcio de um automóvel. “Quando meu carro saiu, eu pensei: ‘vou deixar de ser pobre’. Mas, justamente nesta época, um imóvel perto do meu consultório foi colocado à venda. Eu dei meu carro como entrada e financiei o resto em 15 anos. Depois daí, tudo começou a mudar.
Faturamento de 104 milhões de reais
Em menos de 10 anos, Carla e alguns dentistas parceiros já possuíam 23 unidades da Sorridents. Em 2004, ela e o marido formataram o sistema de franquia e hoje a empresa é a maior do ramo, na América Latina, com 160 clínicas odontológicas. O faturamento do ano passado foi de 104 milhões de reais e o esperado para este ano é a quantia de 120 milhões.
Com o dinheiro vieram pesadas 16 horas de trabalho por dia, falta de tempo para atividades cotidianas, como ir ao mercado, e também para a família. Mãe de dois filhos, um de oito e outro de sete anos, Carla não participava mais da rotina das crianças. Há quatro anos, seu filho mais velho ficou dias internado numa UTI (unidade de terapia intensiva). Foi quando ela decidiu rever suas prioridades.
“Hoje a minha agenda depende dos meus filhos. Almoço em casa de duas a três vezes por semana e, durante o período de prova dos meninos, eu chego em casa às sete da noite e tomo a matéria até às nove. Depois volto a trabalhar lá mesmo. O fim de semana também é da minha família. A gente adora sair para comer fora, ir ao teatro e ao cinema”.
Tirando os filhos, o restante do tempo é dedicado integralmente aos negócios. A manicure e o cabeleireiro vão na sua casa e shopping nem pensar! “Só compro roupa ou sapatos quando realmente preciso. Não tenho tempo de ficar zanzando nas lojas. Também só pago o que considero justo. Não vou gastar cinco mil reais com uma bolsa aqui no Brasil, se posso comprá-la por menos da metade nos Estados Unidos ou na Europa”.
“Sou extremamente econômica”
O que mudou com dinheiro e sucesso? “Basicamente temos muito mais conforto. Além disso, posso viajar para todos os lugares que sempre quis conhecer. Não dá para tirar períodos longos de férias, mas quando podemos, eu e meu marido, pegamos as crianças e vamos passear. Hoje em dia eu até desligo o celular”, conta Carla.
A família também possui um “refúgio” para os fins de semana: uma casa dentro de um condomínio fechado no Guarujá, litoral de São Paulo. “Na praia a gente sai para andar de bicicleta com as crianças e curtimos muito este momento com a família”.
A empresária conta que é econômica por natureza. “Não consigo sair gastando dinheiro sem pensar. Sei que tive que renunciar a muitas coisas na minha vida pessoal, por isso dou muito valor a tudo que conquisto. Na minha casa, por exemplo, fazemos mercado às quartas-feiras, dia em que legumes e frutas estão em promoção. Meus filhos só ganham presentes em datas comemorativas e se eles quebram algum brinquedo, precisam juntar o dinheiro de suas mesadas para comprar outro. Eu sempre falo que não vou repor algo que eles não cuidaram. Acredito que eles dão muito valor ao que têm e que já entendem que é preciso trabalhar muito para ter sucesso e uma vida confortável”, completa Carla.
Danielle Nordi, iG São Paulo | 19/03/2011 07:49
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Fantasia de mulher-gato traz fama e dinheiro a comerciante
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 13:30Sylvia foi de menina pobre que andava de jegue na infância a empresária do ramo moveleiro que dá autógrafos e tira fotos como celebridade
Quando conseguiu seu primeiro emprego em São Paulo, como empacotadora no departamento de brinquedos de uma loja, ela precisou fazer um crachá onde constaria seu nome. O verdadeiro é Josefa. O problema, segundo ela, era que este nome não serviria para seu objetivo de vida: destacar-se. Então, ela escolheu Sylvia. Por que com “y”? “Eu achei que era diferente, como eu. Nunca quis ser igual aos outros”, afirma Sylvia Araújo, ou melhor, Sylvia Design.
Outras mulheres que criaram impérios:
- A ex-sacoleira que ficou milionária
- Para ficar linda, ela ficou rica
“As pessoas me chamam de Sylvia Design. O nome das minhas lojas virou o meu. Eu adoro. Significa que todo mundo conhece minha empresa. Afinal, são meus clientes e meus fãs que fizeram de mim o que sou hoje”. E olha que não é pouca coisa. A empresária tem seis mega-lojas em São Paulo, que atendem mais de três mil clientes por mês, e é uma “máquina de vender móveis”, como todos que convivem com ela a definem. No último “bota-fora” feito pela loja, todos os móveis poderiam ser pagos em até 12 vezes. Um jogo de sofá ou uma mesa de jantar com seis cadeiras custavam R$ 2.388,00, por exemplo. Já uma mesa com quatro cadeiras para varanda era vendida por R$ 1.788,00.
Mas a vontade de se destacar termina na hora de revelar seu faturamento – a cearense nunca revelou quanto ganha com sua empresa, e nem pretende mudar de ideia. Entre as condições para conceder uma entrevista ao iG, estavam a de não revelar detalhes do apartamento em que vive, um imóvel de luxo em localização improvável da zona norte de São Paulo; nem de outros de seus bens, como o automóvel de mais de R$ 300 mil que ela mesma dirige para ir trabalhar.
Sylvia foge da palavra “rica”, como de qualquer revelação sobre seu patrimônio. “Não uso a palavra ‘rica’. Eu acho que sou uma empresária muito bem-sucedida. Mas eu ralei muito para conquistar tudo que tenho. Comecei do nada e trabalhava de domingo a domingo. Agora posso parar na sexta-feira. Começo a ter condições de curtir um pouco a vida. Não sou deslumbrada. Não compro nada só porque tem marca”.
Sempre atenta a uma câmera de TV, não esconde que adora aparecer. “Eu gosto de dar autógrafos e de tirar fotos. Amo ser reconhecida nas ruas”, diz. A rotina de “celebridade” vivida por Sylvia hoje contrasta, e muito, com seu passado. “Como alguém que andava no lombo de um jegue porque não tinha outra opção poderia imaginar que iria ter uma rede de lojas e ficar famosa? Comprar um carro, por exemplo, não passava pela minha cabeça. Nem carteira de habilitação eu achava que iria tirar um dia”, diz.
Tem que pensar como ‘patrão’
A história de vida desta nordestina é daquelas difíceis de acreditar. A comerciante nasceu em um sítio de pequena cidade de Barro, no Ceará. “Hoje a cidade tem mais de vinte mil habitantes, mas na época que eu vivia lá eram só oito mil”. Sylvia faz questão de reforçar a ideia de que jamais se esqueceu ou teve vergonha de sua origem. Mas não esconde uma certa tristeza quando relembra o sofrimento do pai, que trabalhava na roça para sustentar os sete filhos. “Nunca faltou comida em casa, mas éramos muito pobres. Meu pai trabalhava de sol a sol para que eu e meus irmãos tivéssemos o que comer. Eu sempre quis dar uma vida melhor para meus pais e hoje eu consegui. Meu pai tem cuidados médicos 24 horas por dia”, diz.
É visível a gratidão da empresária pela criação que recebeu. Ela conta que dentro de sua casa honestidade não era qualidade, e sim uma obrigação. “Tiro uma semana de férias a cada seis meses para visitar meu pai no Ceará. Durante este tempo eu só me dedico a ele”.
Ela veio para São Paulo quando tinha 16 anos para ajudar uma irmã. A viagem do Ceará para a capital paulista foi bem longa. Durante três dias e duas noites alimentou-se apenas de frango assado com farinha no ônibus.
Logo que chegou, arrumou o primeiro emprego, empacotando brinquedos. De lá, Sylvia seguiu para lojas do ramo moveleiro. Não saiu mais. Depois de dezessete anos como gerente de vendas, muitos deles numa loja que viria a se tornar sua concorrente no futuro, a empresária conseguiu comprar seu primeiro apartamento e depois começou a poupar para algo mais ousado. Quando a poupança atingiu a quantia de oito mil reais resolveu que iria deixar um bom emprego com salário estável para abrir o seu próprio negócio.
“Eu fui gerente durante anos e já entendia muito do ramo. Todos os fornecedores me conheciam e acabei usando isso para abrir o meu próprio negócio. Eu sempre falo para os meus funcionários: tem que pensar como patrão. Se pensa como vendedor, vai morrer vendedor. A gente tem que querer sempre mais da vida. Não sou egoísta e gosto quando vejo as pessoas progredindo”.
Hoje ela comanda mais de 250 funcionários e gosta de controlar tudo de muito perto. Um segundo centro de distribuição também está sendo construído para atender às necessidades da rede. “Eu não penso em expandir mais porque não quero que os negócios saiam do meu controle. Quanto mais a gente cresce, mais difícil fica para cuidar de tudo. Mas estou sempre mudando de opinião. Nada é definitivo”, afirma.
Sem vergonha de se expor
Quando resolveu mostrar sua empresa na televisão, ela se viu com um problema e logo veio a solução. Aliás, o raciocínio rápido da empresária impressiona. “Eu não tinha dinheiro para fazer inserções suficientes para me tornar conhecida. Precisei achar um jeito de me diferenciar”. Foi aí que ela começou a usar fantasias para anunciar seus móveis. A mais marcante, e que acompanha a marca até hoje, foi a de mulher-gato.
A loja Sylvia Design tornou-se conhecida graças aos comerciais de TV. Investir pesado em propaganda é um dos diferenciais da rede. E, como não poderia ser diferente, Sylvia é a grande estrela. Faz tudo de improviso nas gravações. Ela grita, pula e muge para anunciar um sofá de couro de vaca. Além, claro, dos já famosos “méééééaaauuuuuu” e “é só pra janeeeeeero”!
Mas que ninguém se engane: Sylvia Design é diferente de Sylvia Araújo. A primeira é um negócio. A segunda é a empresária que comanda tudo com mãos de ferro. Tem um tom de voz mais baixo que o usado nos comerciais. É teimosa e, muitas vezes, autoritária, como ela mesma reconhece.
A empresária sabia bem o risco que corria de ser ridicularizada. “Quem tem coragem de ir ao programa do Jô Soares vestida de mulher-gato? Eu tive. Eu sabia que podia dar muito certo ou muito errado. Tinha noção que muitos me criticariam, como alguns fazem até hoje. Se não for crítica construtiva, eu ignoro e pronto”.
Academia e drenagem
A morena bonita e muito vaidosa não gosta de falar sua idade. “Eu fico na base do ‘se me dão’. Se as pessoas me dão uns dois ou três anos a menos do que tenho, já estou lucrando”, diverte-se.
Sylvia diz que sua rotina mudou radicalmente há três anos, quando teve problemas sérios de estresse e estafa. Ela não conseguia mais se desligar dos problemas da empresa e nem dormir. “Eu fiquei muito mal. Queria apenas ter uma boa noite de sono. Meu médico me aconselhou a desacelerar um pouco e foi o que fiz”.
Desacelerou, mas nem tanto. Ainda trabalha 10 horas por dia. Sylvia acorda às oito da manhã e vai para seu escritório. Depois, visita algumas lojas e segue para a academia três vezes por semana. Também faz drenagem linfática. “Tenho uma genética muito boa. Nunca fiz muitos tratamentos estéticos”.
“Só uso rasteirinha quando vou para o Ceará, porque a cidade é de paralelepípedo e meu salto fica preso. Acho que a mulher fica mais feminina e elegante de salto alto. O meu eu não dispenso por nada. Eu realmente gosto muito de sapatos”. Quantos ela tem, não revela, mas está prestes a doar mais de cem pares que não usa mais.
Sylvia também gosta de restaurantes. Ela não dispensa comida nordestina e uma boa churrascaria. “Tem vários lugares que vou sempre com a minha família”. Mas, no fim, a rotina segue sendo simples. Pela primeira vez, planeja uma viagem ao exterior. “Nem passaporte eu tinha. Peguei o meu não faz muito tempo”. Agora ela quer visitar a Disney e Nova Iorque.
Danielle Nordi, iG São Paulo | 21/03/2011 06:43
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Ter uma grande ideia na cabeça pode não ser suficiente para que um empreendedor alcance o sucesso de seu novo negócio. O despreparo na área da gestão, além da falta de planejamento e de um olhar para o futuro, podem fazer com que investimentos iniciais sejam perdidos e a oportunidade, desperdiçada. A partir de amanhã, a Feira do Empreendedor, em Curitiba, ajuda empresários iniciantes a encontrar meios de prosperar nos negócios – meios que incluem, obrigatoriamente, a busca constante por conhecimento e inovação.
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ENDEAVOR chega ao Paraná para promover o empreendedorismo
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:57Instituto está instalado no CIETEP e chega com o objetivo de desenvolver a região
Empreendedores dispostos a realizar grandes sonhos terão suporte profissional a partir de agora. A Endeavor acaba de chegar ao Paraná. Em parceria com o Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), por meio do Centro Internacional de Inovação (C2i), a organização, sem fins lucrativos, passa a atender no Cietep e tem o objetivo de fomentar e disseminas o empreendedorismo de alto impacto com o para o desenvolvimento do país.
A Endeavor tem entre seus principais apoiadores os sócios da ABInbev Carlos Alberto Sicupira e Jorge Paulo Lemann. Em Curitiba, grandes empresários já oferecem apoio, como Wilson Delara, da ALL, Wolney Betiol, da Bematech e Artur Grynbaum, do grupo O Boticário.
Os critérios para ser apoiado pela organização são: potencial de crescimento, espírito empreendedor, inovação, grau de desenvolvimento (faturamento anual entre R$3 milhões e R$50 milhões) e ética. Para se tornar um Empreendedor Endeavor, o interessado passa por uma seleção criteriosa, que inclui entrevistas, apresentações junto a conselheiros e até uma rodada internacional, em que presidentes de grandes empresas fazem suas avaliações.
Após serem selecionados, os empreendedores passam a ter acesso a programas de orientação em gestão e estratégia, no intuito de alavancar os negócios. Em todas essas atividades, voluntários da rede de relacionamento do instituto - composta por empresários de destaque em diversos setores - fornecem orientações práticas e conselhos de negócios.
Em Curitiba, a Endeavor está instalada no Centro de Inovação, Educação, Tecnologia e Empreendedorismo do Paraná (CIETEP) dentro do C2i (Centro Internacional de Inovação) sob a responsabilidade do Gerente Regional Endeavor Paraná, Leonardo Frade Maciel.
Histórico - Com sede em Nova Iorque, a Endeavor Initiative Inc. foi criada em 1997 por um grupo de ex-alunos da Universidade de Harvard que, tendo trabalhado em mercados emergentes, identificou a inexistência de uma cultura de incentivo ao desenvolvimento de novos negócios e de programas que efetivamente apoiassem empreendedores. Atualmente, a Endeavor opera por meio de parcerias em mais 11 países e cada unidade possui administração independente, sendo mantida por empresários e parceiros locais.
Sobre a Endeavor - A Endeavor é uma organização internacional sem fins lucrativos, hoje presente em 11 países, que fomenta e dissemina o empreendedorismo de alto impacto com o objetivo de desenvolver países emergentes. Seu objetivo é identificar e viabilizar a continuidade sustentada de negócios de empreendedores e disseminar a cultura empreendedora na sociedade, contribuindo assim para o desenvolvimento dos locais onde atua.
Fonte: Parceria - 04/11/2010
Marcadores: empreendedorismo
A oportunidade surge quando o empreendedor identifica e oferece uma solução para algo que as pessoas querem e não tem ninguém oferecendo. O objetivo deste post não é listar negócios que você pode abrir para atender a demanda, mas listar as maiores dificuldades que devemos enfrentar nos próximos 4 anos. Se identificar soluções para estes problemas ou para as consequências destes problemas, poderá achar uma grande oportunidade.
1) Conclusão dos estádios no tempo correto - Isso vai gerar falta de mão de obra na construção civil; exigirá capacidade para entrega de serviços urgentes e feitos na hora.
2) Colapso dos aeroportos - atrasos em voos irão gerar uma multidão de pessoas que terão que esperar sem ter o que fazer, com fome e sede; busca por transporte alternativo.
3) Atendimento de visitantes estrangeiros nas cidades sede - pessoas na cidade com pouco tempo e vontade de conhecer os principais pontos turísticos; a língua oficial será o inglês e, do taxista ao cobrador de ônibus, passando pelo balconista de lojas, precisarão se comunicar com estes turistas; melhoria na hospitalidade do curitibano que tem fama de ser “fechado” para gente de fora; pessoas com fuso horário diferentes circulando 24 horas pela cidade; pessoas procurando os mais diversos serviços rápidos como costura, lavanderia rápida, assistência técnica para produtos de última geração.
4) Transporte urbano - pessoas precisando se deslocar de um lado para outro; dia de jogo com acesso restrito em uma grande área no entorno do estádio.
5) Comunicação e expressão - em 2014 teremos milhares de pessoas procurando soluções para se comunicar com ferramentas que, neste momento, ainda nem foram lançadas no mercado; busca constante por informações da cidade; todos os serviços devem ser ofertados na internet e precisaremos de alguém que faça o site e divulgue na internet; as pessoas desejam se expressar chamando a atenção das câmeras das TVs. Portanto, procurarão fantasias e maquiagem diferentes; a comunicação mais expressiva da copa na África foi a “Vuvuzela” e no Brasil, em 2014, teremos que ter algo que simbolize a Copa; os patrocinadores oficias serão os únicos que poderão divulgar suas marcas na cidade neste período, e estas grandes marcas necessitarão de vários serviços.
6) Falta de mão de obra especializada - treinar pessoas pode custar muito para as empresas, mas sem treinamento as empresas podem perder muito dinheiro. Portanto, alguém terá que capacitar as pessoas para um atendimento com padrão mundial; para treinar tanta gente podemos usar a educação a distância na internet.
7) Segurança - aqui não pensamos na segurança, que é responsabilidade do Estado neste período. Teremos muitas festas, muita bebida e tietagem nos hotéis e centros de treinamento; alguns turistas estarão apenas de passagem pela cidade e precisarão guardar sua bagagem e documentos.
Como você pode observar, temos muitos problemas que ainda não têm solução e outros tantos que sequer foram listados aqui, mas o espírito empreendedor do brasileiro pode garantir muitas soluções e boas oportunidades para ganhar dinheiro. Afinal, a Copa deve movimentar mais de 150 bilhões de reais nestes 4 anos.
Não acredite que a Copa de 2014 está distante e que alguns destes serviços serão somente para os dias da Copa e, portanto, não precisará se preocupar agora. Os grandes promotores da Copa 2014 já estão contratando as empresas. Pelo menos dois anos antes, todos os principais serviços já estarão contratados.
Fonte:
Blog Marketing e Vendas (http://portal.pr.sebrae.com.br/blogs/posts/marketing?c=1346)
Marcadores: Copa 2014, empreendedorismo
O Sebrae elaborou uma série de procedimentos para que os planos de um novo empreendimento se transformem num negócio de sucesso
Pesquise e procure conhecer tudo sobre o setor de atuação;
Trace a missão da empresa, ou seja, o papel que ela desempenha em sua área de atuação. A missão identifica e dá rumo ao negócio;
Defina qual é o negócio da empresa e em qual(is) setor(es) ela pretende atuar;
Determine de que maneira serão obtidos os recursos para a implantação da empresa;
Conheça o cliente. Identifique as soluções para algo que eles precisam ou desejem;
Procure identificar quem são seus principais concorrentes. A partir daí, visite-os e examine suas boas práticas e deficiências;
Levante quem são seus fornecedores e mantenha um cadastro atualizado;
A determinação do preço deve considerar os custos do produto ou serviço e ainda proporcionar o retorno desejado;
Identifique a estrutura de comercialização, ou seja, como seus produtos e/ou serviços chegarão até seus clientes;
É importante estimar a capacidade instalada da empresa, isto é, o quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos com a estrutura existente;
Faça a projeção do pessoal necessário para o funcionamento do negócio;
Determine o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar;
O ponto de equilíbrio representa o quanto sua empresa precisa faturar para pagar todos os seus custos em um determinado período;
Fique atento aos indicadores, como lucratividade, rentabilidade e prazo de retorno do investimento;
Pense nos aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio, dos seus proprietários e do mercado.
Juliana Kirihata, iG São Paulo
Marcadores: empreendedorismo, planejamento, plano de negócios
Pouco planejamento aumenta mortalidade de empresa
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:05Quando resolveram investir em uma loja de móveis planejados, os futuros empreendedores da família Macedo não sabiam ao certo quais dificuldades iriam enfrentar. Inexperiente, a família tentou ampliar sua ação no mercado e abriu quatro outras unidades nos três primeiros anos. A ideia, porém, resultou em prejuízo, e as lojas SCA - três na capital paulista, uma em Santo André e outra em Belo Horizonte, em Minas Gerais - , tiveram de ser revendidas em 2005. “Faltou um plano de negócios”, afirma Eduardo Macedo, o sócio do empreendimento.
Assim como os Macedo, muitos têm o sonho de um empreendimento próprio destruído logo nos primeiros anos de funcionamento. Segundo dados do Sebrae-SP, 27% das empresas não passam do primeiro ano de vida. No quinto ano, a taxa de mortalidade chega a 62%. Só em São Paulo, a perda de recursos investidos chega a R$ 2 bilhões por ano. A falta de planejamento prévio, de acordo com especialistas, é uma das principais causas do fracasso das pequenas empresas. “Como a pequena empresa não faz pesquisa, os riscos são muito maiores”, afirma Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae-SP.
Um plano de negócios deve ter informações detalhadas sobre o ramo de atuação da empresa, os produtos e os serviços que ela irá oferecer, os clientes, os concorrentes, os fornecedores e seus pontos fortes e fracos. Para Luis Vasco Elias, especialista em reestruturação de empresas da consultoria Deloitte, além de traçar o plano, é importante também inovar. “O mercado muda muito rápido", diz. "É preciso procurar se reinventar o tempo inteiro, rever o plano de negócios a cada ano”.
Funcionários devem ter qualificação
Outro fator que dificulta a sobrevivência das empresas é a contratação de funcionários não qualificados. “Às vezes, contratar conhecidos e familiares dificulta muito”, diz Eduardo Macedo, por experiência própria. O treinamento pode ser a chave para evitar problemas com profissionais com pouca capacitação. “É fundamental capacitar funcionários, o que não significa mandar o profissional fazer cursos nos Estados Unidos”, afirma Elias. "Uma palestra na empresa, por exemplo, pode ser bastante produtiva."
Além dos funcionários, os donos do negócio também devem se preparar para enfrentar os desafios. De acordo com Tortorella, a mortalidade das empresas pode cair de 27% para cerca de 9% no primeiro ano de vida quando os responsáveis fazem um curso como o Empretec, oferecido pelo Sebrae. “O conhecimento está disponível no mercado”, diz.
Opções de crédito
Segundo Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da empresa de pesquisa Serasa Experian, mesmo com um plano de negócios bem definido e um grupo de funcionários qualificados, o empresário precisa ainda vencer o obstáculo da obtenção de crédito. “É preciso ter um programa que dê capacidade para as empresas ficarem mais fortes”, diz.
Para ele, a maioria dos novos empreendedores erra ao misturar as finanças pessoais com os gastos da empresa. Cerca de 60% dos empreendedores usam recursos próprios para abrir o negócio. Segundo Tortorella, as condições para obtenção de crédito estão melhorando. “O sistema financeiro está passando a olhar o pequeno negócio como um grande negócio”, afirma. Para ele, no entanto, o excesso de burocracia e a falta de comunicação ainda são empecilhos. “Os governos fazem esforços para disponibilizar o crédito, mas as pessoas não sabem que ele existe”.
Juliana Kirihata, iG São Paulo
Marcadores: empreendedorismo, pequeno negócio, planejamento
Os números não deixam dúvida: Os empresários brasileiros estão ficando mais jovens. Não se trata, é claro, de uma doença bizarra, como a do personagem de Brad Pitt no filme O Curioso Caso de Benjamin Button, que nascia velho e rejuvenescia ao longo da vida. O fato é que, a cada ano, mais e mais jovens se tornam empresários no País.
Segundo o consórcio internacional Monitor Global de Empreendedorismo (GEM), em 2009, dos 14,6 milhões de empreendedores brasileiros, 29,1% tinham entre 18 e 24 anos. Muitos desses jovens, é claro, estão fadados a engordar as estatísticas de mortalidade de empresas. Alguns, porém, têm como destino o sucesso. “Normalmente são pessoas que têm sólida base familiar e boa formação escolar”, diz Fábio Saad, gerente da consultoria de carreiras Robert Half.
Segundo ele, os jovens de hoje se beneficiam de uma tendência mundial, que começa a surgir no Brasil. “Agora, o ideal é avaliar o profissional por seu potencial, não por sua idade ou experiência”, revela. Apesar da tendência, os jovens ainda sofrem com a resistência de colegas mais velhos. A forma como lidarão com essas barreiras determinará o grau de seu sucesso.
A juventude também não os exime dos problemas que atingem pessoas mais velhas em cargos de liderança. A vantagem dos mais novos, diz Saad, é que foram criados num mundo mais impessoal e distante. “Situações que trariam solidão a uma pessoa de 40 ou 50 anos são menos difíceis para eles”, diz. Afinal, foram acostumados desde pequenos com a ausência dos pais. Além disso, afastam a solidão com a ajuda da internet.
Fonte: Revista INCorporativa
Entrevista: Suhas Gopinath sobre empreendedorismo jovem. Suhas é indiano e mora em Bangalore. Atua como CEO e Presidente da Globals Inc., empresa que ele fundou aos 14 anos e que rapidamente cresceu internacionalmente e está presente em 11 países.
LINK: http://www.saiadolugar.com.br/2009/11/27/entrevista-suhas-gopinath-sobre-empreendedorismojovem/
Colaboração do aluno João Gino Junior – Tecnologia Mecatrônica – 6º Período
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Empreendedor e Empreendedorismo.
1 Deixe seu comentáriocomentários Postado por Professor Vitor Hugo às 19:15Empreendedorismo é a capacidade de transformar uma idéia em realidade de transformar uma idéia em realidade.
O perfil empreendedor abrange gestão de pessoas, espírito de liderança, visão das possibilidades do mercado e dos riscos entre outras características.
Ser empreendedor é encarar o novo negócio como uma grande oportunidade de desenvolvimento profissional, superando os desafios e buscando novos horizontes.
Hoje o mercado exige cada vez mais profissionais que desenvolveram novas habilidades e competências, com coragem de arriscar-se. Um exemplo desse perfil arroujado é o empresário Eike Batista que foi um dos grandes investidores do projeto da camada pré-sal e destaca-se no cenário mundial como um empreendedor que assume riscos e possui excelente visão mercadológica.
Diferenciar-se dos demais, revalidar seu diploma pessoal e profissional, rever convicções, incorporar outros princípios, mudar paradigmas, sobrepor idéias antigas às novas verdades.
Este é o perfil do profissional que, trocando informações, dados e conhecimentos, poderá fazer parte do cenário das organizações que aprendem, das organizações do futuro.
Por fim, pode-se afirmar que a maioria das pessoas, se estimuladas, podem desenvolver habilidades empreendedoras.
Douglas Jorge
Aluno do 6º Período - Curso Tecnólogo em Mecatrônica
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