Localizado a 460 quilômetros da capital mineira, o município de Poços de Caldas será a primeira localidade de América Latina a ser declarada Cidade de Comércio Justo (Fair Trade Town). O lançamento da campanha está marcado para esta quarta-feira, 12 de setembro, às 19h.
Essa certificação internacional é concedida a locais que praticam conceitos como a valorização dos produtores locais a partir da comercialização de seus produtos por um preço adequado. Também são indispensáveis a igualdade de gêneros, o respeito aos direitos humanos e a proteção ambiental.
Há um ano o Sebrae em Minas Gerais compõe o Grupo de Coordenação do Comércio Justo (GCJ) ao lado de alguns parceiros. Em agosto, a instituição realizou um workshop, com participação significativa da população da cidade, estimada atualmente em 150 mil habitantes.
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| [Imagem: Stock.Xchng] |
Na vitória ou na derrota, os atletas que competem em Londres deixam mensagens que ultrapassam a barreira dos anéis olímpicos. Lições do esporte podem ser aplicadas ao mundo corporativo quando o objetivo é consolidar uma carreira de sucesso. Confira três exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ser levados para a vida profissional:
Essa percepção é uma das principais lições do Marshmallow Challenge, ou Desafio do Marshmallow, em português, que foi realizado na semana passada numa aula da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas).
Trata-se de uma atividade simples aplicada no mundo todo para profissionais de diversas áreas e até para crianças: construir uma torre de espaguete com um marshmallow na ponta em 18 minutos. O erro principal é só testar a construção no final, deixando para colocar o marshmallow depois de erquida a torre de espaguete. Universitários e jovens executivos fazem isso e geralmente perdem, na comparação com crianças do jardim da infância, que tendem a fazer e experimentar na hora.
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Termo tão comum no ambiente corporativo, o feedback nem sempre é algo fácil de ser entendido e aceito no dia a dia de donos de negócio. Por isso, vale a pena refletir se existe mesmo uma maneira correta de dar um retorno àqueles que fazem parte da sua equipe, sejam eles subordinados ou sócios.
O conhecimento e a aplicação de técnicas específicas fazem com que uma simples conversa se torne um acontecimento especial, e aumentam as chances de se colher os resultados necessários para o desenvolvimento pessoal e, também, dos negócios.
Convivendo e analisando o comportamento de 450 donos de empresas de pequeno, médio e grande portes, percebi que algo tão rotineiro em ambientes de trabalho nem sempre é compreendido ou mesmo bem aceito. Uma pesquisa realizada com esses empresários, participantes do Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios no Brasil (GD) - no qual conheceram e desenvolveram técnicas -, aponta que a capacidade de se comunicar bem em situações de feedback mais que duplicou.
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De olho no aumento da produtividade e no corte de custos, empresas estão cada vez mais buscando os chamados softwares de gestão de conteúdo para organizar todas as informações geradas pelos funcionários. Os programas buscam facilitar a catalogação de dados e a torná-los facilmente “buscáveis” por qualquer colaborador.
Uma rede de hipermercados da capital, por exemplo, que aderiu recentemente a um desses softwares, passou a reunir num único local informações sobre 80 mil produtos comercializados em suas lojas, com dados como a descrição de cada item, tamanho da embalagem e custo da última negociação, entre outros dados. O acesso fácil ao conteúdo ajudou diferentes setores da empresa, da área comercial ao marketing. Um exemplo claro de ganho de produtividade ocorreu no processo de montagem da revista semanal de promoções da rede. Antes feita em uma semana, a publicação hoje leva apenas dois dias para ficar pronta, o que garante agilidade ao supermercado para se adaptar à concorrência.
Toyota aceita multa milionária por ocultar defeitos
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:01Empresa aceitou pagar multa de US$ 16,4 milhões imposta pelo Governo dos Estados Unidos por ocultar problemas nos aceleradores
EFE | 19/04/2010 00:48
A Toyota aceitou pagar uma multa de US$ 16,4 milhões imposta pelo Governo dos Estados Unidos por ocultar durante quatro meses os defeitos nos aceleradores de seus veículos, informou hoje a rede de televisão "ABC".
Sem dar detalhes, uma fonte governamental anônima disse que a multinacional japonesa aceitou pagar a multa para evitar um litígio nas cortes e espera-se que anuncie o acordo nas próximas horas. A Toyota, que montou uma intensa campanha de propaganda para reparar o dano a sua imagem causada pela ligação com a revisão de mais de oito milhões de seus veículos no mundo, não fez comentários sobre o vazamento do suposto acordo.
O Governo federal impôs a que se considera a maior multa contra um fabricante de automóveis após acusar a Toyota de conhecer o problema dos aceleradores em setembro do ano passado e esperar até janeiro para fazer a ligação para revisão.
Fonte: IG - Caderno de Economia: 19/04/2010
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Cada vez mais professores têm adotado a prática de incluir nas suas aulas a prática de jogos, tentando integrar o lúdigo com os conteúdos teóricos ministrados em sala de aula. Nos cursos de Administração por exemplo, a adoção de Jogos de Empresas está trazendo uma nova forma de simulação de situações práticas no ambiente de sala de aula.
Na Ensitec os alunos têm elaborado verdadeiras guerras mercadológicas na disputa por espaço em um ambiente totalmente hostil para as suas empresas, simulado através de uma atividade competitiva, onde cada equipe representa uma empresa que disputa seu espaço em um mercado de brinquedos.
O resultado é satisfatório e temos desde empresas falidas até grandes resultados mercadológicos.
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Sebe Internacional será em junho e discutirá a ética corporativa
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:22O 18º Seminário Internacional em Busca da Excelência (Sebe) será promovido pela FNQ entre os dias 8 e 10 de junho, em São Paulo. O tema do evento deste ano é 'Dimensões da Ética Empresarial' e abordará os desafios para a criação e manutenção de uma cultura ética, como melhor praticá-la nas organizações, bem como o vínculo entre ética empresarial e responsabilidade empresarial de sucesso.
Leia mais: http://www.portalqualidade.com.br/portalqualidade/index.php/destaques-da-qualidade/11.03.2010/sebe-internacional-sera-em-junho-e-discutira-a-etica-corporativa
Marcadores: ética, ética empresarial, gestão da qualidade
26/02 - 07:00 - Gustavo Poloni, iG São Paulo
Com a mão direita erguida na altura da cabeça, o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, comprometeu-se a falar a verdade durante sabatina no Congresso norte-americano. Em pauta, a crise enfrentada pela maior montadora do mundo, acusada de esconder dados sobre defeitos em seus carros, enganar autoridades para evitar prejuízos e que anunciou no início do ano o recall de 8,5 milhões de veículos. Ao final de horas de esclarecimentos e muitos pedidos de desculpas, uma pergunta permanecia sem resposta: até que ponto a maior crise dos quase 70 anos de história da Toyota pode afetar a sua marca? “Empresas que enfrentaram problemas parecidos morreram”, disse ao iG Renata Lima, diretora associada da Troiano Consultoria de Marca. “É o caso da Enron”.
Ainda é cedo para dizer se a Toyota seguirá o caminho da companhia de energia, eleita seis vezes a mais inovadora dos Estados Unidos e que fechou as portas em 2001 por causa de fraudes contábeis. Uma coisa é certa: o episódio vai deixar cicatrizes na montadora japonesa. Nos Estados Unidos, as vendas caíram 16% em janeiro em relação ao mês anterior. As histórias de carros que aceleram sozinhos ou que demoram frações de segundos para frear também chegaram ao mercado financeiro. Na quinta-feira, dia 25, o valor de mercado da Toyota era de US$ 115 bilhões – queda de 30% em relação a janeiro de 2008. “Por causa da forte concorrência, a Toyota abriu mão da qualidade e da segurança e dilapidou sua marca”, afirmou José Roberto Martins, da consultoria de marcas GlobalBrands.
A reação do mercado tem uma explicação: a forma atrapalhada como a Toyota conduziu a crise. As primeiras notícias de problemas com aceleradores dos veículos da montadora japonesa surgiram em 2004. Durante investigação do departamento de transporte norte-americano, a Toyota alegou que os problemas não tinham fundamento e o caso foi encerrado. Cinco anos depois, a fabricante respondia por 33% das reclamações sobre aceleradores de carros nos Estados Unidos. Recentemente, descobriu-se que a empresa fez de tudo para limitar um recall e, assim, evitou prejuízo de US$ 100 milhões. “Num primeiro momento, a Toyota omitiu o problema e depois tentou empurrá-lo com a barriga”, disse Martins. “Quando algo assim acontece é preciso dar a cara para bater”.
Corrigir, custe o que custar
Não existe receita para lidar com uma crise como a enfrentada pela Toyota, mas algumas medidas ajudam a empresa a recuperar o prestígio da sua marca. Em primeiro lugar, é preciso identificar e reconhecer rapidamente a existência de um problema. Mais importante, a empresa tem de se esforçar para corrigi-lo custe o que custar. Alguns anos atrás, alguns pneus defeituosos da Firestone foram apontados como a causa por trás de acidentes envolvendo jipes Explorer, da Ford. Ao todo, 13 milhões de unidades de pneus foram trocados ao custo de US$ 750 milhões. “Só depois disso é que a empresa vai se preocupar com o reposicionamento da marca, treinamento de equipe e veiculação de anúncios para anunciar as mudanças”, afirmou Martins.
A crise da Toyota pegou de surpresa muitos analistas do setor. Criada em 1937 por Kiichiro Toyoda, a montadora começou a ganhar destaque mundial na década de 1980 com a produção de carros pequenos e econômicos. Durante muitos anos, a montadora figurou nos rankings de qualidade e seu modelo de produção era considerado tão perfeito que outras empresas faziam de tudo para copiá-lo. Seus carros sempre foram sinônimos de qualidade e segurança. A recompensa para o trabalho veio em 2006, quando a Toyota superou a General Motors e tornou-se a maior montadora do mundo. Hoje, acredita-se que a empresa cresceu rápido demais. Em meados de 2009, quando assumiu o cargo, o presidente da montadora reconheceu que a montadora acabou se distanciado do seu foco principal: o cliente.
O resultado dessa guinada é catastrófico. O problema no acelerador já causou a morte de cinco pessoas e deixou outras 17 feridas nos Estados Unidos. Nos últimos dias, relatos de momentos de desespero por causa de carros que aceleraram sozinhos até 160 km/h ganharam os meios de comunicação. Durante um evento, o cofundador da Apple, Steve Wozniak, dono de um Prius, contou que sentiu o problema na pele. “Foi assustador”, disse. O acelerador não é o único problema detectado no modelo. O carro, que ficou popular por ser ambientalmente correto, tem também um defeito no software do freio. “A notícia das agruras da Toyota é uma quebra de paradigma”, disse Renata. “Quando você mexe com valores e pilares da marca ela fica mais vulnerável”. Só o tempo vai dizer se a montadora vai se recuperar dos problemas e sair da crise.
Procurada, a Toyota não respondeu a pedidos de entrevista.
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/26/a+toyota+dilapidou+sua+marca+diz+consultor+9409417.html
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