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No dia a dia das empresas, também existem as horas certas para atacar e para defender. De nada adiantaria, por exemplo, tomar coragem para pedir um aumento ou propor um projeto dispendioso em época de contenção dos gastos da companhia.
Não fugir da raia é outro imperativo tanto no ringue como diante de um problema que o encurrala contra a grade corporativa. “É preciso encarar o adversário”, metaforiza Luiz Pagnez, especialista em RH e “headhunter” (caçador de talentos) do portal Recrutando.com – e não considerá-lo como um bicho de sete cabeças.
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“Direcionada a àqueles que desejam mudar de vida de forma programada a curto, médio e longo prazo, a palestra tem como principal objetivo auxiliar os participantes a elaborar um plano de vida pessoal e profissional, de modo que conquistem o sucesso e a realização pessoal de uma maneira mais objetiva”, afirma Rodney Déa, que ministrará a palestra.
Aprenda cinco lições com a Olimpíada para conquistar medalha de ouro no trabalho
Postado por Anônimo às 11:58![]() |
| [Imagem: REUTERS/Nacho Doce] |
Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.
A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.
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Na vitória ou na derrota, os atletas que competem em Londres deixam mensagens que ultrapassam a barreira dos anéis olímpicos. Lições do esporte podem ser aplicadas ao mundo corporativo quando o objetivo é consolidar uma carreira de sucesso. Confira três exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ser levados para a vida profissional:
Os solavancos da economia internacional já estão mostrando seus efeitos do lado de cá da fronteira brasileira. De acordo com o especialista Rafael Souto, nos últimos três meses o número de contratações caiu e as propostas salariais se estabilizaram. “O ônibus está brecando. Essa é a hora de se agarrar. Senão, você corre o risco de parar no colo do motorista”, brinca Gilberto Guimarães, do Institute of Performance and Leadership e autor do livro “Liderança Positiva”.
De acordo com ele, para quem tem suas competências comprovadas e está bem colocado o cenário não é uma ameaça. Agora, para quem não caminhou nos últimos sete meses ou pior regrediu em termos de carreira, sinal vermelho. Essa é a hora para sair da zona de conforto e pisar no acelerador para preparar bem o caminho para os anos que está por vir. “Este não é o momento para ter um envolvimento ‘light’ com a sua carreira”, afirma Rafael Souto, da Produtive. Confira como fazer isso:
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| [Image: Stock.xchng] |
Esse caminho não é nada fácil, alerta o empreendedor Ilya Pozin, fundador da Ciplex, agência digital norte-americana voltada a startups e pequenas empresas. Em um artigo publicado no site da revista Inc, ele indica os sete passos para dar a largada gastando o mínimo possível e minimizar os riscos dessa estratégia.
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“A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é uma habilidade básica que pode ser importantíssima para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada”, diz o consultor de RH Arnaldo Nascimento.
O Sebrae elaborou uma série de procedimentos para que os planos de um novo empreendimento se transformem num negócio de sucesso
Pesquise e procure conhecer tudo sobre o setor de atuação;
Trace a missão da empresa, ou seja, o papel que ela desempenha em sua área de atuação. A missão identifica e dá rumo ao negócio;
Defina qual é o negócio da empresa e em qual(is) setor(es) ela pretende atuar;
Determine de que maneira serão obtidos os recursos para a implantação da empresa;
Conheça o cliente. Identifique as soluções para algo que eles precisam ou desejem;
Procure identificar quem são seus principais concorrentes. A partir daí, visite-os e examine suas boas práticas e deficiências;
Levante quem são seus fornecedores e mantenha um cadastro atualizado;
A determinação do preço deve considerar os custos do produto ou serviço e ainda proporcionar o retorno desejado;
Identifique a estrutura de comercialização, ou seja, como seus produtos e/ou serviços chegarão até seus clientes;
É importante estimar a capacidade instalada da empresa, isto é, o quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos com a estrutura existente;
Faça a projeção do pessoal necessário para o funcionamento do negócio;
Determine o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar;
O ponto de equilíbrio representa o quanto sua empresa precisa faturar para pagar todos os seus custos em um determinado período;
Fique atento aos indicadores, como lucratividade, rentabilidade e prazo de retorno do investimento;
Pense nos aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio, dos seus proprietários e do mercado.
Juliana Kirihata, iG São Paulo
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Pouco planejamento aumenta mortalidade de empresa
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:05Quando resolveram investir em uma loja de móveis planejados, os futuros empreendedores da família Macedo não sabiam ao certo quais dificuldades iriam enfrentar. Inexperiente, a família tentou ampliar sua ação no mercado e abriu quatro outras unidades nos três primeiros anos. A ideia, porém, resultou em prejuízo, e as lojas SCA - três na capital paulista, uma em Santo André e outra em Belo Horizonte, em Minas Gerais - , tiveram de ser revendidas em 2005. “Faltou um plano de negócios”, afirma Eduardo Macedo, o sócio do empreendimento.
Assim como os Macedo, muitos têm o sonho de um empreendimento próprio destruído logo nos primeiros anos de funcionamento. Segundo dados do Sebrae-SP, 27% das empresas não passam do primeiro ano de vida. No quinto ano, a taxa de mortalidade chega a 62%. Só em São Paulo, a perda de recursos investidos chega a R$ 2 bilhões por ano. A falta de planejamento prévio, de acordo com especialistas, é uma das principais causas do fracasso das pequenas empresas. “Como a pequena empresa não faz pesquisa, os riscos são muito maiores”, afirma Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae-SP.
Um plano de negócios deve ter informações detalhadas sobre o ramo de atuação da empresa, os produtos e os serviços que ela irá oferecer, os clientes, os concorrentes, os fornecedores e seus pontos fortes e fracos. Para Luis Vasco Elias, especialista em reestruturação de empresas da consultoria Deloitte, além de traçar o plano, é importante também inovar. “O mercado muda muito rápido", diz. "É preciso procurar se reinventar o tempo inteiro, rever o plano de negócios a cada ano”.
Funcionários devem ter qualificação
Outro fator que dificulta a sobrevivência das empresas é a contratação de funcionários não qualificados. “Às vezes, contratar conhecidos e familiares dificulta muito”, diz Eduardo Macedo, por experiência própria. O treinamento pode ser a chave para evitar problemas com profissionais com pouca capacitação. “É fundamental capacitar funcionários, o que não significa mandar o profissional fazer cursos nos Estados Unidos”, afirma Elias. "Uma palestra na empresa, por exemplo, pode ser bastante produtiva."
Além dos funcionários, os donos do negócio também devem se preparar para enfrentar os desafios. De acordo com Tortorella, a mortalidade das empresas pode cair de 27% para cerca de 9% no primeiro ano de vida quando os responsáveis fazem um curso como o Empretec, oferecido pelo Sebrae. “O conhecimento está disponível no mercado”, diz.
Opções de crédito
Segundo Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da empresa de pesquisa Serasa Experian, mesmo com um plano de negócios bem definido e um grupo de funcionários qualificados, o empresário precisa ainda vencer o obstáculo da obtenção de crédito. “É preciso ter um programa que dê capacidade para as empresas ficarem mais fortes”, diz.
Para ele, a maioria dos novos empreendedores erra ao misturar as finanças pessoais com os gastos da empresa. Cerca de 60% dos empreendedores usam recursos próprios para abrir o negócio. Segundo Tortorella, as condições para obtenção de crédito estão melhorando. “O sistema financeiro está passando a olhar o pequeno negócio como um grande negócio”, afirma. Para ele, no entanto, o excesso de burocracia e a falta de comunicação ainda são empecilhos. “Os governos fazem esforços para disponibilizar o crédito, mas as pessoas não sabem que ele existe”.
Juliana Kirihata, iG São Paulo
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