"Um currículo cheio de clichês, mas com poucas especificações, não vai ser memorável para um recrutador", diz Robert Hosking, diretor-executivo da empresa. "As empresas querem exemplos concretos de objetivos profissionais alcançadas."
Veja abaixo a lista de sete clichês muito usados nos currículos, e como evitá-los:
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Antigamente um profissional competente era aquele que exercia bem o seu trabalho, ou seja: um bom executor de suas tarefas. Porém esse conceito foi mudando e hoje além de realizar corretamente as suas atribuições, é necessário participar ativamente no ambiente corporativo, tomando decisões e assumindo responsabilidades com base no trabalho em equipe.
Grandes líderes enxergam cada membro de seu time como um ser humano completo - corpo, coração, mente e espírito – e trabalham para liberar todo o seu potencial criativo. As pessoas por sua vez, oferecem, voluntariamente, seus maiores esforços e energia quando são vistas e consideradas como indivíduos. Quando são tratadas como coisas, elas deixam de se comprometer e de trazer o seu melhor potencial à tona. E, comprometimento é fundamental para o êxito de qualquer organização.
Essa percepção é uma das principais lições do Marshmallow Challenge, ou Desafio do Marshmallow, em português, que foi realizado na semana passada numa aula da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas).
Trata-se de uma atividade simples aplicada no mundo todo para profissionais de diversas áreas e até para crianças: construir uma torre de espaguete com um marshmallow na ponta em 18 minutos. O erro principal é só testar a construção no final, deixando para colocar o marshmallow depois de erquida a torre de espaguete. Universitários e jovens executivos fazem isso e geralmente perdem, na comparação com crianças do jardim da infância, que tendem a fazer e experimentar na hora.
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Termo tão comum no ambiente corporativo, o feedback nem sempre é algo fácil de ser entendido e aceito no dia a dia de donos de negócio. Por isso, vale a pena refletir se existe mesmo uma maneira correta de dar um retorno àqueles que fazem parte da sua equipe, sejam eles subordinados ou sócios.
O conhecimento e a aplicação de técnicas específicas fazem com que uma simples conversa se torne um acontecimento especial, e aumentam as chances de se colher os resultados necessários para o desenvolvimento pessoal e, também, dos negócios.
Convivendo e analisando o comportamento de 450 donos de empresas de pequeno, médio e grande portes, percebi que algo tão rotineiro em ambientes de trabalho nem sempre é compreendido ou mesmo bem aceito. Uma pesquisa realizada com esses empresários, participantes do Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios no Brasil (GD) - no qual conheceram e desenvolveram técnicas -, aponta que a capacidade de se comunicar bem em situações de feedback mais que duplicou.
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Aprenda com os acertos e erros do seu chefe a gerenciar sua futura empresa
Postado por Anônimo às 09:31Até que você, sem perceber nesse seu chefe, gerente ou dono da empresa, seu potencial gerente, demite seu patrão, faz as próprias contas e decide seguir carreira solo. O dinheiro é pouco, mas dá para encarar a nova etapa e você marca a data para abrir a empresa. A liberdade, como define uma amiga e leitora de Barueri, está no horizonte.
Sem patrão, sem chefia, sem ninguém para mandar no seu relógio, o empreendedor (ou empreendedora) se sente pronto para se despedir dos ex-colegas de trabalho, negociar a demissão para raspar tudo o que pode dos seus direitos trabalhistas, acertar o contrato de aluguel da nova empresa e fazer valer seu CNPJ, novinho em folha.
Nos últimos anos, o mercado de trabalho no Brasil vive a seguinte situação: com a economia em crescimento, abriram-se vagas e faltou gente qualificada para preenchê-las. A maneira que a maioria das empresas encontrou para resolver essa questão foi promover seus jovens mais bem avaliados internamente para ocupar as novas posições.
Essa solução tem dois efeitos positivos para a companhia que a adota: ela consegue preencher o posto vazio e, ao mesmo tempo, dá um aumento ao funcionário promovido, o que ajuda a retê-lo num momento em que o mercado está atrás de gente. O problema desse processo começa a ser sentido de forma nítida agora: há muita gente imatura em posição de liderança. "Vivemos a fase do profissional em sua primeira vez: primeira vez gerente, primeira vez diretor, primeira vez presidente", diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos.
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O problema é que a liderança tem deixado a desejar na questão da produtividade e da qualidade de vida, já que líderes sem tempo, estressados, sempre correndo e com foco na urgência estão se proliferando em um ritmo acelerado no ambiente corporativo.
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Para saber como funciona, perceber sua importância para os profissionais e entender como é o mercado na área, entrevistamos José Roberto Marques*, diretor presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Confira.
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“A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é uma habilidade básica que pode ser importantíssima para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada”, diz o consultor de RH Arnaldo Nascimento.
Cada vez mais professores têm adotado a prática de incluir nas suas aulas a prática de jogos, tentando integrar o lúdigo com os conteúdos teóricos ministrados em sala de aula. Nos cursos de Administração por exemplo, a adoção de Jogos de Empresas está trazendo uma nova forma de simulação de situações práticas no ambiente de sala de aula.
Na Ensitec os alunos têm elaborado verdadeiras guerras mercadológicas na disputa por espaço em um ambiente totalmente hostil para as suas empresas, simulado através de uma atividade competitiva, onde cada equipe representa uma empresa que disputa seu espaço em um mercado de brinquedos.
O resultado é satisfatório e temos desde empresas falidas até grandes resultados mercadológicos.
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Pesquisa coloca as companhias brasileiras na 14.ª colocação em ranking das melhores práticas de gestão
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:17Numa lista de 17 países com as empresas mais bem administradas, o Brasil está na rabeira. Na média, as companhias brasileiras têm melhores práticas de gestão apenas do que as da China, Índia e Grécia. Estados Unidos, Alemanha e Suécia estão no topo do ranking. Esse é o resultado de um estudo publicado no mês passado no Journal of Economic Perspectives, realizado pelos economistas Nicholas Bloom, da Stanford University, e John Van Reenen, da London School of Economics.
Para mensurar as práticas de gestão, os dois professores realizaram entrevistas em empresas de tamanho médio, com 100 a 5 mil funcionários, escolhidas aleatoriamente. No Brasil, foram 559 firmas pesquisadas. A partir das respostas, eles definiram uma pontuação de 1 (pior prática) a 5 (melhor prática) para 18 práticas básicas de gestão. De maneira geral, essas 18 categorias podem ser divididas em três grandes grupos: monitoramento, metas e incentivos (saiba mais no gráfico). Segundo os autores, uma pontuação elevada mostra que a empresa é mais bem administrada e, na média, também mais produtiva. As empresas brasileiras obtiveram nota média 2,69. Os EUA receberam 3,33.
A categoria em que o Brasil se saiu pior foi em incentivos – a capacidade de promover e contratar funcionários. Em parte, a resposta para isso está na legislação trabalhista do país, pouco flexível. O uso do capital humano, medido por trabalhadores mais educados, também afeta o desempenho brasileiro. Quanto maior o grau de escolaridade dos gerentes e dos funcionários, em geral também maior a nota que a empresa recebe. “Nossa crença é de que mais educação empresarial básica – por exemplo, sobre questões de orçamento, análise de dados e práticas de recursos humanos – poderia ajudar a melhorar a gestão em muitos países, especialmente nos em desenvolvimento”, afirma os autores.
Outro problema brasileiro foi o tamanho da “cauda longa” – o grande volume de empresas muito mal gerenciadas. Brasil e Índia têm um número razoável de empresas bem administradas, especialmente multinacionais e exportadoras, duas condições diretamente ligadas a uma boa nota, mas tiveram a média puxada para baixo pelo grande número de empresas muito mal administradas.
Esse mal gerenciamento está relacionado a uma série de fatores, entre eles a quem é o proprietário da firma. As empresas familiares que nomeiam um membro da família (especialmente o filho mais velho) como o CEO e as empresas do governo, por exemplo, formam o grupo com a piores notas. Esse fato complicou a situação brasileira. Enquanto nos países ricos – Alemanha, Japão, Suécia e Estados Unidos – o número de empresas desse grupo representa 20 % a 30% da amostra; para Brasil, Portugal, Itália e Grécia ele equivale a 60%. “Uma explicação para essa diferença é que o subdesenvolvimento do mercado financeiro e a fraqueza da força da lei em muitos dos países em desenvolvimento torna extremamente difícil a separação entre propriedade e controle. Por exemplo, famílias podem ficar relutantes em contratar gerentes de fora porque a lei não é forte o suficiente para protegê-las em casos de roubo”, escrevem os autores. As empresas com os preços das ações cotadas em bolsa ou de propriedade de firmas de private equity foram as que foram mais bem avaliadas.
Concorrência
Segundo o estudo, as empresas que enfrentam mais concorrência em geral receberam as melhores notas. Quando a competição no mercado de um determinado produto não é intensa, argumentam os autores, uma empresa com pouca produtividade (e mal administrada) é capaz de permanecer no mercado.
Fonte: Gazeta do Povo [18.03.2010]
Colaboração Prof. Rodney Dea
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