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Na hora de montar um currículo, um candidato a emprego não pode apenas dizer que é "altamente qualificado" ou "criativo": é preciso mostrar, na prática, como essas características já foram usadas no trabalho. Uma pesquisa feita pela empresa americana OfficeTeam com 1.300 recrutadores nos Estados Unidos e no Canadá identificou sete dos clichês mais usados nos currículos, e como evitá-los.

"Um currículo cheio de clichês, mas com poucas especificações, não vai ser memorável para um recrutador", diz Robert Hosking, diretor-executivo da empresa. "As empresas querem exemplos concretos de objetivos profissionais alcançadas."

Veja abaixo a lista de sete clichês muito usados nos currículos, e como evitá-los:

Dificilmente o consenso será atingido em 100% dos casos, mas em alguns momentos é muito possível. Para isso o líder tem que ter capacidade de argumentação, firmeza e clareza em suas ideias

Antigamente um profissional competente era aquele que exercia bem o seu trabalho, ou seja: um bom executor de suas tarefas. Porém esse conceito foi mudando e hoje além de realizar corretamente as suas atribuições, é necessário participar ativamente no ambiente corporativo, tomando decisões e assumindo responsabilidades com base no trabalho em equipe.

Grandes líderes enxergam cada membro de seu time como um ser humano completo - corpo, coração, mente e espírito – e trabalham para liberar todo o seu potencial criativo. As pessoas por sua vez, oferecem, voluntariamente, seus maiores esforços e energia quando são vistas e consideradas como indivíduos. Quando são tratadas como coisas, elas deixam de se comprometer e de trazer o seu melhor potencial à tona. E, comprometimento é fundamental para o êxito de qualquer organização.

Testar produtos e serviços para corrigir possíveis falhas é essencial para um negócio. Criar protótipos e simular sua aceitação é tão importante quanto fazer um estudo do mercado antes de abrir uma empresa ou lançar novidades. Isso pode evitar prejuízos e desperdício em ações erradas.

Essa percepção é uma das principais lições do Marshmallow Challenge, ou Desafio do Marshmallow, em português, que foi realizado na semana passada numa aula da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas).

Trata-se de uma atividade simples aplicada no mundo todo para profissionais de diversas áreas e até para crianças: construir uma torre de espaguete com um marshmallow na ponta em 18 minutos. O erro principal é só testar a construção no final, deixando para colocar o marshmallow depois de erquida a torre de espaguete. Universitários e jovens executivos fazem isso e geralmente perdem, na comparação com crianças do jardim da infância, que tendem a fazer e experimentar na hora.

Por um feedback bem-sucedido

Como fazer com que uma simples conversa se torne um acontecimento especial e gere resultados

Termo tão comum no ambiente corporativo, o feedback nem sempre é algo fácil de ser entendido e aceito no dia a dia de donos de negócio. Por isso, vale a pena refletir se existe mesmo uma maneira correta de dar um retorno àqueles que fazem parte da sua equipe, sejam eles subordinados ou sócios.

O conhecimento e a aplicação de técnicas específicas fazem com que uma simples conversa se torne um acontecimento especial, e aumentam as chances de se colher os resultados necessários para o desenvolvimento pessoal e, também, dos negócios.

Convivendo e analisando o comportamento de 450 donos de empresas de pequeno, médio e grande portes, percebi que algo tão rotineiro em ambientes de trabalho nem sempre é compreendido ou mesmo bem aceito. Uma pesquisa realizada com esses empresários, participantes do Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios no Brasil (GD) - no qual conheceram e desenvolveram técnicas -, aponta que a capacidade de se comunicar bem em situações de feedback mais que duplicou.

Talvez você não saiba, mas o melhor gerente do seu próximo negócio é esse chefe chato que o incomoda exigindo relatórios e desconfia de todos os acordos comerciais que você, diligentemente, fecha em nome da empresa.

Até que você, sem perceber nesse seu chefe, gerente ou dono da empresa, seu potencial gerente, demite seu patrão, faz as próprias contas e decide seguir carreira solo. O dinheiro é pouco, mas dá para encarar a nova etapa e você marca a data para abrir a empresa. A liberdade, como define uma amiga e leitora de Barueri, está no horizonte.

Sem patrão, sem chefia, sem ninguém para mandar no seu relógio, o empreendedor (ou empreendedora) se sente pronto para se despedir dos ex-colegas de trabalho, negociar a demissão para raspar tudo o que pode dos seus direitos trabalhistas, acertar o contrato de aluguel da nova empresa e fazer valer seu CNPJ, novinho em folha.

10 erros dos líderes novatos

Os jovens profissionais estão se tornando gestores cada vez mais cedo. Conheça as falhas mais comuns entre os novos chefes e saiba como corrigi-las.

Nos últimos anos, o mercado de trabalho no Brasil vive a seguinte situação: com a economia em crescimento, abriram-se vagas e faltou gente qualificada para preenchê-las. A maneira que a maioria das empresas encontrou para resolver essa questão foi promover seus jovens mais bem avaliados internamente para ocupar as novas posições.

Essa solução tem dois efeitos positivos para a companhia que a adota: ela consegue preencher o posto vazio e, ao mesmo tempo, dá um aumento ao funcionário promovido, o que ajuda a retê-lo num momento em que o mercado está atrás de gente. O problema desse processo começa a ser sentido de forma nítida agora: há muita gente imatura em posição de liderança. "Vivemos a fase do profissional em sua primeira vez: primeira vez gerente, primeira vez diretor, primeira vez presidente", diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos.

Por uma gestão excelente

No Brasil, 93% das empresas estão preocupadas com a busca pela excelência da gestão. Considerando os mais diversos aspectos do negócio, as maiores preocupações das organizações são, respectivamente: melhores resultados, relacionamento com cliente e gestão de pessoas.

Tenha atitude!

A maneira como você se posiciona diante dos desafios no trabalho pode ser decisiva na sua carreira. Invista na assertividade.

As relações de confiança têm sido abordadas na literatura de negócios como um importante mecanismo de gestão empresarial, capazes de influenciar significativamente a motivação, a cooperação no ambiente de trabalho e, consequentemente, a geração de resultados de uma forma sustentável. Funcionando como uma espécie de indicador de valor intangível que mostra a capacidade da organização de apoiar os gestores em processos decisórios, a confiança ganha cada vez mais relevância nos altos níveis hierárquicos.

Você lidera com tempo?

A preocupação no desenvolvimento de líderes tomou conta das prioridades corporativas nos últimos anos. Diversos treinamentos, abordagens, literaturas e gurus foram lançados ao redor do tema da liderança. Eu concordo que o investimento é válido, pois o líder realmente pode fazer a diferença no resultado de uma equipe.

O problema é que a liderança tem deixado a desejar na questão da produtividade e da qualidade de vida, já que líderes sem tempo, estressados, sempre correndo e com foco na urgência estão se proliferando em um ritmo acelerado no ambiente corporativo.

Afinal, o que é coaching?

Com as transformações que os mercados vêm sofrendo, cada vez mais profissionais têm buscado se adaptar a novos ambientes. Essa evolução, entretanto, nem sempre é fácil de se empreender sozinho. Por isso, muita gente tem recorrido ao coaching, ferramenta que mescla diferentes técnicas no intuito de aprimorar carreiras com base no autoconhecimento.

Para saber como funciona, perceber sua importância para os profissionais e entender como é o mercado na área, entrevistamos José Roberto Marques*, diretor presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Confira.

A gestão de pequenos conflitos

Também em ambiente profissional as situações de conflito são muito frequentes. As causas mais comuns são o temperamento de cada pessoa, o ritmo mais rápido ou mais lento de trabalho de uns ou outros, a sobrecarga de trabalho, falta de organização, má gestão do tempo e a comunicação deficiente, entre outras.

“A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é uma habilidade básica que pode ser importantíssima para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada”, diz o consultor de RH Arnaldo Nascimento.

Jogos de Empresas


Cada vez mais professores têm adotado a prática de incluir nas suas aulas a prática de jogos, tentando integrar o lúdigo com os conteúdos teóricos ministrados em sala de aula. Nos cursos de Administração por exemplo, a adoção de Jogos de Empresas está trazendo uma nova forma de simulação de situações práticas no ambiente de sala de aula.
Na Ensitec os alunos têm elaborado verdadeiras guerras mercadológicas na disputa por espaço em um ambiente totalmente hostil para as suas empresas, simulado através de uma atividade competitiva, onde cada equipe representa uma empresa que disputa seu espaço em um mercado de brinquedos.
O resultado é satisfatório e temos desde empresas falidas até grandes resultados mercadológicos.

Numa lista de 17 países com as empresas mais bem administradas, o Brasil está na rabeira. Na média, as companhias brasileiras têm melhores práticas de gestão apenas do que as da China, Índia e Grécia. Estados Unidos, Alemanha e Suécia estão no topo do ranking. Esse é o resultado de um estudo publicado no mês passado no Journal of Economic Perspectives, realizado pelos economistas Nicholas Bloom, da Stanford University, e John Van Reenen, da London School of Economics.

Para mensurar as práticas de gestão, os dois professores realizaram entrevistas em empresas de tamanho médio, com 100 a 5 mil funcionários, escolhidas aleatoriamente. No Brasil, foram 559 firmas pesquisadas. A partir das respostas, eles definiram uma pontuação de 1 (pior prática) a 5 (melhor prática) para 18 práticas básicas de gestão. De maneira geral, essas 18 categorias podem ser divididas em três grandes grupos: monitoramento, metas e incentivos (saiba mais no gráfico). Segundo os autores, uma pontuação elevada mostra que a empresa é mais bem administrada e, na média, também mais produtiva. As empresas brasileiras obtiveram nota média 2,69. Os EUA receberam 3,33.

A categoria em que o Brasil se saiu pior foi em incentivos – a capacidade de promover e contratar funcionários. Em parte, a resposta para isso está na legislação trabalhista do país, pouco flexível. O uso do capital humano, medido por trabalhadores mais educados, também afeta o desempenho brasileiro. Quanto maior o grau de escolaridade dos gerentes e dos funcionários, em geral também maior a nota que a empresa recebe. “Nossa crença é de que mais educação empresarial básica – por exemplo, sobre questões de orçamento, análise de dados e práticas de recursos humanos – poderia ajudar a melhorar a gestão em muitos países, especialmente nos em desenvolvimento”, afirma os autores.

Outro problema brasileiro foi o tamanho da “cauda longa” – o grande volume de empresas muito mal gerenciadas. Brasil e Índia têm um número razoável de empresas bem administradas, especialmente multinacionais e exportadoras, duas condições diretamente ligadas a uma boa nota, mas tiveram a média puxada para baixo pelo grande número de empresas muito mal administradas.

Esse mal gerenciamento está relacionado a uma série de fatores, entre eles a quem é o proprietário da firma. As empresas familiares que nomeiam um membro da família (especialmente o filho mais velho) como o CEO e as empresas do governo, por exemplo, formam o grupo com a piores notas. Esse fato complicou a situação brasileira. Enquanto nos países ricos – Alemanha, Japão, Suécia e Estados Unidos – o número de empresas desse grupo representa 20 % a 30% da amostra; para Brasil, Portugal, Itália e Grécia ele equivale a 60%. “Uma explicação para essa diferença é que o subdesenvolvimento do mercado financeiro e a fraqueza da força da lei em muitos dos países em desenvolvimento torna extremamente difícil a separação entre propriedade e controle. Por exemplo, famílias podem ficar relutantes em contratar gerentes de fora porque a lei não é forte o suficiente para protegê-las em casos de roubo”, escrevem os autores. As empresas com os preços das ações cotadas em bolsa ou de propriedade de firmas de private equity foram as que foram mais bem avaliadas.

Concorrência

Segundo o estudo, as empresas que enfrentam mais concorrência em geral receberam as melhores notas. Quando a competição no mercado de um determinado produto não é intensa, argumentam os autores, uma empresa com pouca produtividade (e mal administrada) é capaz de permanecer no mercado.

Fonte: Gazeta do Povo [18.03.2010]
Colaboração Prof. Rodney Dea


 

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