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“Na verdade o tempo é sempre o mesmo. Nós temos 24 horas em um dia, faça chuva ou faça sol. Dormimos uma média de seis a oito horas, alguns mais outros menos, mas temos em média 18 horas acordados. Teoricamente, trabalhamos oito horas ou 10 horas, então teríamos, matematicamente, entre oito e 10 horas diariamente para nós”, diz Cesar Della, gerente geral de uma empresa de cartonagem.
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| [Imagem: Stock.Xchng] |
Manter uma pilha de cartões de visita na sua mesa de trabalho não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos que você saiba o que fazer com eles.
“Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos”, diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas do especialista:
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No dia a dia das empresas, também existem as horas certas para atacar e para defender. De nada adiantaria, por exemplo, tomar coragem para pedir um aumento ou propor um projeto dispendioso em época de contenção dos gastos da companhia.
Não fugir da raia é outro imperativo tanto no ringue como diante de um problema que o encurrala contra a grade corporativa. “É preciso encarar o adversário”, metaforiza Luiz Pagnez, especialista em RH e “headhunter” (caçador de talentos) do portal Recrutando.com – e não considerá-lo como um bicho de sete cabeças.
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Nos últimos cinco anos, 3 milhões de profissionais registraram seus currículos no site de recrutamento Vagas.com, com sede em São Paulo. Enquanto cadastravam suas informações, cada candidato fez o teste DISC, um teste de comportamento consagrado, utilizada por empresas do mundo todo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos a um emprego.
A partir dessa vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente. A maior surpresa revelada pelo teste é que o trabalhador nacional tem dificuldade de manter relacionamentos.
Antigamente um profissional competente era aquele que exercia bem o seu trabalho, ou seja: um bom executor de suas tarefas. Porém esse conceito foi mudando e hoje além de realizar corretamente as suas atribuições, é necessário participar ativamente no ambiente corporativo, tomando decisões e assumindo responsabilidades com base no trabalho em equipe.
Grandes líderes enxergam cada membro de seu time como um ser humano completo - corpo, coração, mente e espírito – e trabalham para liberar todo o seu potencial criativo. As pessoas por sua vez, oferecem, voluntariamente, seus maiores esforços e energia quando são vistas e consideradas como indivíduos. Quando são tratadas como coisas, elas deixam de se comprometer e de trazer o seu melhor potencial à tona. E, comprometimento é fundamental para o êxito de qualquer organização.
Aprenda cinco lições com a Olimpíada para conquistar medalha de ouro no trabalho
Postado por Anônimo às 11:58![]() |
| [Imagem: REUTERS/Nacho Doce] |
Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.
A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.
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| [Imagem: Stock.Xchng] |
Na vitória ou na derrota, os atletas que competem em Londres deixam mensagens que ultrapassam a barreira dos anéis olímpicos. Lições do esporte podem ser aplicadas ao mundo corporativo quando o objetivo é consolidar uma carreira de sucesso. Confira três exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ser levados para a vida profissional:
Os solavancos da economia internacional já estão mostrando seus efeitos do lado de cá da fronteira brasileira. De acordo com o especialista Rafael Souto, nos últimos três meses o número de contratações caiu e as propostas salariais se estabilizaram. “O ônibus está brecando. Essa é a hora de se agarrar. Senão, você corre o risco de parar no colo do motorista”, brinca Gilberto Guimarães, do Institute of Performance and Leadership e autor do livro “Liderança Positiva”.
De acordo com ele, para quem tem suas competências comprovadas e está bem colocado o cenário não é uma ameaça. Agora, para quem não caminhou nos últimos sete meses ou pior regrediu em termos de carreira, sinal vermelho. Essa é a hora para sair da zona de conforto e pisar no acelerador para preparar bem o caminho para os anos que está por vir. “Este não é o momento para ter um envolvimento ‘light’ com a sua carreira”, afirma Rafael Souto, da Produtive. Confira como fazer isso:
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De olho no aumento da produtividade e no corte de custos, empresas estão cada vez mais buscando os chamados softwares de gestão de conteúdo para organizar todas as informações geradas pelos funcionários. Os programas buscam facilitar a catalogação de dados e a torná-los facilmente “buscáveis” por qualquer colaborador.
Uma rede de hipermercados da capital, por exemplo, que aderiu recentemente a um desses softwares, passou a reunir num único local informações sobre 80 mil produtos comercializados em suas lojas, com dados como a descrição de cada item, tamanho da embalagem e custo da última negociação, entre outros dados. O acesso fácil ao conteúdo ajudou diferentes setores da empresa, da área comercial ao marketing. Um exemplo claro de ganho de produtividade ocorreu no processo de montagem da revista semanal de promoções da rede. Antes feita em uma semana, a publicação hoje leva apenas dois dias para ficar pronta, o que garante agilidade ao supermercado para se adaptar à concorrência.
Porém, de acordo com especialistas em administração, essa mudança de perfil econômico não foi acompanhada de mudanças do perfil social, e ainda falta muito investimento em educação formal e em treinamento gerencial.
“Uma das consequências das pressões do ambiente de negócios é a pouca eficácia dos gerentes na administração do seu próprio tempo e acredito que os gestores brasileiros talvez sejam os mais sacrificados em relação às suas próprias responsabilidades”, afirma Cesar Dellabarba, gerente, formado em Administração de Empresas e Economia.
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O problema é que a liderança tem deixado a desejar na questão da produtividade e da qualidade de vida, já que líderes sem tempo, estressados, sempre correndo e com foco na urgência estão se proliferando em um ritmo acelerado no ambiente corporativo.
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“A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é uma habilidade básica que pode ser importantíssima para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada”, diz o consultor de RH Arnaldo Nascimento.
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A influência dos Problemas da Empresa na Família
0 comentários Postado por Professor Vitor Hugo às 18:44No cenário atual dos compromissos profissionais por muitas vezes somos convocados a tomar decisões que nos colocam entre nossas obrigações com a empresa e perante nossa família. O mais difícil é encontrar um equilíbrio entre ambas as partes, pois não devemos deixar pendências que dificultem o andamento das tarefas.
No âmbito profissional somos desafiados diariamente a cumprir metas, novos desafios que geralmente ocupam muito tempo e desgastes emocionais. Isto pode acarretar acúmulo de trabalho, tomando mais tempo do que o previsto para nossa vida laboral.
Quando nos deparamos com a situação de que nos dedicamos mais ao trabalho, percebemos que deixamos assuntos familiares em segundo plano. Para amenizar esta situação devemos observar e reparar alguns erros como: Administrar melhor o nosso tempo na empresa, delegar funções em contraposição ao acúmulo de tarefas, planejar e organizar as tarefas, estabelecer metas e estendê-las aos seus subordinados. Assim, tirando um tempo para si e sua família, poderá participar melhor da vida de seus filhos e até mesmo um tempo para si próprio.
Verifica-se que com pequenas soluções e planejamento contínuo, será possível separarmos e convivermos em harmonia com a vida profissional e familiar
Texto sobre Debate do Filme A Meta - E. Goldratt, elaborado por Joice Elaine Brito, Luciane Mendes dos Santos, Salete Pires Ferreira, Vanessa Gmach Lima.
Alunas do Segundo Período do Curso Técnico em Administração
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