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Estudo do Sebrae mostra que as oportunidades de carreira começam nas micro e pequenas organizações

Ao contrário do que pensa a maioria esmagadora dos jovens em início de carreira, as melhores oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional não estão nas grandes corporações nacionais e multinacionais, mas nas micro e pequenas empresas.

Segundo o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa (MPEs) feito pelo Sebrae, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os pequenos negócios, com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano, foram os responsáveis pela contratação formal de 52% da mão de obra no país entre 2000 e 2011. No Paraná, no mesmo período, elas geraram 550 mil vagas.

Para o diretor-superintendente do Sebrae Paraná, Allan Marcelo de Campos Costa, além de serem menos sensíveis às crises internacionais, as MPEs também são as grandes geradoras do primeiro emprego. “Para os jovens que saem da faculdade para o mercado, sem qualquer experiência, elas oferecem oportunidade de desenvolvimento rápido, além de um ambiente mais desafiador para aprender e empreender”, afirma Costa.

Quem não fidebeca se trumbeca

Inspirado na famosa frase do Velho Guerreiro: "Quem não se comunica se trumbica", resolvi criar uma parecida. Quem não fidebeca se trumbeca!

Já peço, de pronto, desculpas pela ousadia em relação ao vernáculo pátrio, criando uma forma meio estranha aos ouvidos do leitor (fidebeca), porém a intenção aqui foi a de fazer uma analogia com a famosa frase do Chacrinha, procurando chamar a atenção para essa importante ferramenta de desenvolvimento humano.

Discussões linguísticas à parte, a idéia principal desta minha análise é sobre a dificuldade de se ver o tal feedback sendo praticado eficazmente nas organizações. Na hora de ACONTECER, principalmente nos momentos formais da avaliação do desempenho, parece que há uma crise generalizada de pânico que obriga a muitos voltarem às suas zonas de conforto, travestindo o pobre do feedback em coisas como elogio, crítica, bronca, etc. E porque será que isso ocorre?

Que tipo de profissional é você?

Ao desenvolver os pontos certos você vai realmente se destacar dos demais

Nos últimos cinco anos, 3 milhões de profissionais registraram seus currículos no site de recrutamento Vagas.com, com sede em São Paulo. Enquanto cadastravam suas informações, cada candidato fez o teste DISC, um teste de comportamento consagrado, utilizada por empresas do mundo todo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos a um emprego.

A partir dessa vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente. A maior surpresa revelada pelo teste é que o trabalhador nacional tem dificuldade de manter relacionamentos.

Dificilmente o consenso será atingido em 100% dos casos, mas em alguns momentos é muito possível. Para isso o líder tem que ter capacidade de argumentação, firmeza e clareza em suas ideias

Antigamente um profissional competente era aquele que exercia bem o seu trabalho, ou seja: um bom executor de suas tarefas. Porém esse conceito foi mudando e hoje além de realizar corretamente as suas atribuições, é necessário participar ativamente no ambiente corporativo, tomando decisões e assumindo responsabilidades com base no trabalho em equipe.

Grandes líderes enxergam cada membro de seu time como um ser humano completo - corpo, coração, mente e espírito – e trabalham para liberar todo o seu potencial criativo. As pessoas por sua vez, oferecem, voluntariamente, seus maiores esforços e energia quando são vistas e consideradas como indivíduos. Quando são tratadas como coisas, elas deixam de se comprometer e de trazer o seu melhor potencial à tona. E, comprometimento é fundamental para o êxito de qualquer organização.

[Imagem: Stock.Xchng]
Esporte e mundo corporativo têm muito em comum. Veja exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ajudar na vida profissional

Na vitória ou na derrota, os atletas que competem em Londres deixam mensagens que ultrapassam a barreira dos anéis olímpicos. Lições do esporte podem ser aplicadas ao mundo corporativo quando o objetivo é consolidar uma carreira de sucesso. Confira três exemplos dos Jogos Olímpicos que podem ser levados para a vida profissional:

FMS (Flexible Manufacturing System)

FMS (Flexible Manufacturing System) para o português Sistema Flexível de Manufatura é um sistema com grande flexibilidade como o nome já diz e é altamente automatizado, o mesmo pode ser responsável por varias funções, produção de peças diferentes umas das outras ao mesmo tempo, todas elas em um único equipamento e com a utilização de um único programa, assim economizando o tempo e mão de obra e sem falar da sua eficiência, porem a mão de obra necessária tem o custo mais alto, pois precisa de pessoas qualificadas para manuseá-la. O FMS é formado por alguns sistemas são eles:
• Sistema de armazenamento e processamento de material - equipamentos automatizados que fornecem e gerenciam o produto.
• Sistema de processamento - conjunto de máquinas com o comando numérico computadorizado (CNC).
• Sistema de Controle Computadorizado - realiza o controle operacional do conjunto.
O FMS vem conquistando o mercado já faz um tempo por sua flexibilidade e eficiência assim reaproveitando todo o espaço, pois na maioria das vezes é feita uma linha de produção organizada em trilhos fazendo cada função em determinado tempo e alinhando com outras funções assim fazendo a produção ser mais agiu, também com sua função de alterar o programa, fazendo com que deseja seja realizado conforme o robô. O FMS tem algumas categorias, e estás categorias são muito importantes para produção em massa, a primeira é machine flexibility que refere à habilidade do sistema de mudar para produzir novos produtos, e a habilidade de mudar a ordem de operações executadas, a segunda categoria é chamada routing flexibility que tem habilidade de usar múltiplas maquinas para fazer a mesma operação, também é a habilidade do sistema de absorver grandes mudanças seja no volume ou capacidade.

Texto produzido pelo aluno John Maicon Bueno de Castro do 3º Período Técnico em Mecatrônica - turma B


 

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