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Estudo do Sebrae mostra que as oportunidades de carreira começam nas micro e pequenas organizações

Ao contrário do que pensa a maioria esmagadora dos jovens em início de carreira, as melhores oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional não estão nas grandes corporações nacionais e multinacionais, mas nas micro e pequenas empresas.

Segundo o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa (MPEs) feito pelo Sebrae, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os pequenos negócios, com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano, foram os responsáveis pela contratação formal de 52% da mão de obra no país entre 2000 e 2011. No Paraná, no mesmo período, elas geraram 550 mil vagas.

Para o diretor-superintendente do Sebrae Paraná, Allan Marcelo de Campos Costa, além de serem menos sensíveis às crises internacionais, as MPEs também são as grandes geradoras do primeiro emprego. “Para os jovens que saem da faculdade para o mercado, sem qualquer experiência, elas oferecem oportunidade de desenvolvimento rápido, além de um ambiente mais desafiador para aprender e empreender”, afirma Costa.

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Se você quer aprender uma língua estrangeira, mas não tem dinheiro para o curso, agora é hora de parar com desculpas. Separamos uma lista com 101 links para aprender qualquer idioma. Os links contêm conteúdos para iniciantes, canais de vídeos no YouTube com aulas, podcasts, livros, ferramentas para correção e tradução, comunidades com pessoas que também estão aprendendo e podem ajudar você, aplicativos para celular e muito mais. Fique atento, pois alguns cursos exigem que você já tenha conhecimentos da língua inglesa. Confira:

[Imagem: Reprodução]
Imagine que o octógono onde são realizadas as lutas de MMA (em inglês, artes marciais mistas) seja o seu ambiente de trabalho. Dificilmente você terá de enfrentar os golpes precisos de um Anderson Silva, mas é fato que deverá estar preparado para desafios tão impactantes quanto.

No dia a dia das empresas, também existem as horas certas para atacar e para defender. De nada adiantaria, por exemplo, tomar coragem para pedir um aumento ou propor um projeto dispendioso em época de contenção dos gastos da companhia.

Não fugir da raia é outro imperativo tanto no ringue como diante de um problema que o encurrala contra a grade corporativa. “É preciso encarar o adversário”, metaforiza Luiz Pagnez, especialista em RH e “headhunter” (caçador de talentos) do portal Recrutando.com – e não considerá-lo como um bicho de sete cabeças.

[Imagem: REUTERS/Nacho Doce]
Não são apenas os atletas que, em suas vitórias ou derrotas, tiram lições das Olimpíadas. O que se passa nos jogos pode também ser aplicado em outro ambiente igualmente competitivo – o empresarial.

Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.

A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.

Essa é a hora de você sair da zona de conforto e pisar no acelerador para preparar bem sua trilha profissional

Os solavancos da economia internacional já estão mostrando seus efeitos do lado de cá da fronteira brasileira. De acordo com o especialista Rafael Souto, nos últimos três meses o número de contratações caiu e as propostas salariais se estabilizaram. “O ônibus está brecando. Essa é a hora de se agarrar. Senão, você corre o risco de parar no colo do motorista”, brinca Gilberto Guimarães, do Institute of Performance and Leadership e autor do livro “Liderança Positiva”.

De acordo com ele, para quem tem suas competências comprovadas e está bem colocado o cenário não é uma ameaça. Agora, para quem não caminhou nos últimos sete meses ou pior regrediu em termos de carreira, sinal vermelho. Essa é a hora para sair da zona de conforto e pisar no acelerador para preparar bem o caminho para os anos que está por vir. “Este não é o momento para ter um envolvimento ‘light’ com a sua carreira”, afirma Rafael Souto, da Produtive. Confira como fazer isso:

Tenha atitude!

A maneira como você se posiciona diante dos desafios no trabalho pode ser decisiva na sua carreira. Invista na assertividade.

O jovem que optou pelo ensino médio aliado ao curso técnico ganha em média 12,5% a mais do que aquele que fez o ensino médio comum. A diferença é ainda maior para quem escolheu a área industrial: 18,8%. Já o setor agropecuário segue a média geral e o setor de serviços registra uma remuneração 9,3% superior. A constatação faz parte da pesquisa da Fundação Itaú Social com base na Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad).

Depois de formado, é fundamental que o profissional continue se especializando em busca de uma carreira de sucesso. Mas para cada época há um curso indicado. Não adianta, por exemplo, fazer uma pós-graduação meses após ter saído da faculdade. "Nesse momento, o profissional deve se focar na experiência. Ele precisa da prática", destaca André Saito, diretor de educação da Sociedade Brasileira de Gestão de Conhecimento (SBGC).
Confira qual o curso indicado para cada momento da sua carreira:
Logo depois de formado
O profissional pode fazer cursos mais técnicos voltados para sua atividade. "Fazer uma pós não irá ajudá-lo. O conteúdo tratado fala de temas mais estratégicos e, pela falta de experiência, ele não saberá discutir", afirma Saito.
Além disso, Saito também aconselha cursos comportamentais, de planejamento ou gestão de projetos. "Eles ajudam o profissional a aprender a trabalhar em equipe, se comunicar, participar de reuniões e fazer apresentações." Quando a pessoa sai da faculdade, ela não tem a vivência do ambiente corporativo e, por isso, cursos nesse sentido podem ser fundamentais.
Três anos de formado
É nesse momento que o profissional pode começar a buscar uma pós-graduação na sua área. "Ele já tem um pouco da prática e precisa agora aprimorar seus conhecimentos", ressalta Saito.
Mas, para isso, é importante que ele pense sobre sua carreira e o que espera dela. Só assim, ele conseguirá investir no curso certo.
Cinco a dez anos de formado
O profissional começa a assumir responsabilidades. "Nesse momento, vale a pena desenvolver uma visão mais ampla, se informando sobre outras áreas", afirma Saito. Por isso, uma especialização que ofereça algo mais estratégico é o indicado. É o caso, por exemplo, dos MBAs. "Ele já entende da área que atua. Precisa agora de conhecimentos gerais."
Após dez anos de formado
Essa é uma época na qual o profissional já está em posições mais estratégicas na empresa – cargos de diretoria. O que vai ajudá-lo é participar de congressos, seminários, feiras e eventos corporativos. "Ele precisa ter contato com pessoas do mesmo nível de outras empresas", destaca Saito.
Além disso, esse é um momento para cursos mais voltados a outras culturas. "É outro tipo de formação", afirma Saito.
Fonte: Patrícia Lucena, iG São Paulo | 28/06/2011 05:58


 

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